Fortes emoções

Pedro Bial e Maria Beltrão se emocionam ao vivo na Globo ao relembrarem Jô Soares

Pedro Bial e Maria Beltrão ficaram engasgados ao relembrarem mensagem de Jô Soares


Pedro Bial e Maria Beltrão emocionados
Pedro Bial e Maria Beltrão ficaram comovidos com texto de Jô Soares

Pedro Bial e Maria Beltrão não conseguiram conter a emoção ao relembrarem histórias de Jô Soares durante o É de Casa deste sábado (6). Dentre os momentos listados com o entrevistador, que faleceu na última sexta-feira (5), o jornalista contou detalhes de quando assumiu o horário do próprio Jô com o Conversa com Bial.

"Quando fui escalado para entrar no horário do 'Programa do Jô, fui até ele pedir a benção. Ele me recebeu depois das gravações, cansado, com uma garrafa de champanhe e ficamos duas horas conversando. Ele foi me acalmando e me estimulando ao mesmo tempo", detalhou Pedro Bial.

Além disso, o apresentador destacou a importância de Jô Soares para sua carreira. "Aprendi com o Jô que o humor é muito mais do que simplesmente fazer graça. Fazer alguém sorrir é algo de milagroso. Aprendi que, além desse alívio de poder achar graça de uma vida que pode ser tão trágica e terrível, o humor é um instrumento para se compreender o mundo", expressou.

Por fim, Pedro Bial pegou a autobiografia de Jô Soares em mãos e se emocionou, ao lado de Maria Beltrão, ao ler um trecho do último parágrafo da obra. "Como diz o poeta, escritor e dramaturgo italiano do século XVIII, Pietro Metastasio, "não existe passado, a memória o modifica. Não existe o futuro, a esperança o transforma. Só existe o presente, e ele está sempre sumindo. Até 2098, beijos eternos do gordo", disse o jornalista, já com a voz embargada. Em seguida, ele mostrou duas fotos de Jô presentes na autobiografia, emocionando também Maria Beltrão.  "Oh, meu Deus. Beijos eternos. Ah meu Deus", comentou a apresentadora, também comovida.

Carlos Alberto revela que salvou Jô Soares na ditadura 

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Outro famoso que se pronunciou sobre a morte de Jô foi Carlos Alberto de Nóbrega. Ele publicou um vídeo em seu Instagram em homenagem a Jô Soares. Emocionado e abalado pela perda do amigo, ele contou histórias que viveu ao lado ao artista. Em uma deles, ele revelou que salvou o entrevistador da fiscalização de policiais na época da ditadura militar.

"Várias  vezes, quando estava em casa, o Jô ligava e dizia: os homens estão procurando livros. E eu tinha um carro com porta malas grandes, a gente corria e escondia os livros dentro do meu carro, que ficava na porta da casa dele e depois levava para um estacionamento. Dias depois, trazia de volta", contou o humorista.

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