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Nova função

Rômulo Estrela pode se tornar apresentador da Globo

Ator negocia com a emissora um programa para comandar

Rômulo Estrela
Rômulo Estrela - Foto: Reprodução
Redação NT

Publicado em 09/09/2020 às 12:01:00

Uma das novas estrelas da dramaturgia da Globo, Rômulo Estrela pode acumular funções na emissora. O ator está negociando com a direção do canal para ser apresentador. Por causa da pandemia do novo coronavírus, as reuniões estão acontecendo por videoconferência.

De acordo com informações publicadas nesta quarta-feira (9) pela colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, as conversas remotas duram alguns meses e não há qualquer indício qual será o fim das negociações. Alguns roteiristas apresentaram projetos para Rômulo e a emissora avaliarem.

Estrela, de 35 anos, surgiu na televisão em Da Cor do Pecado (2004), mas se consolidou como grande astro do canal em Deus Salve o Rei (2018). Apesar da novela ter fracasso na audiência – média de 25,6 pontos – o ator foi convidado para protagonizar Bom Sucesso (2019).

Caso feche um novo acordo com a Globo e ganhe um programa – pode ser na TV aberta ou fechada –, será a primeira vez que Rômulo embarcará como apresentador. Ao longo da carreira, ele já atuou em 17 novelas e está escalado para a segunda temporada de Verdades Secretas.

Rômulo Estrela na vida pessoal

Rômulo Estrela pode se tornar apresentador da Globo

Rômulo é uma pessoa introvertida e bem família. “Eu sou muito tímido, sempre fui muito mais de namorar. Talvez essa coisa mais física que eu tenho ajuda a emprestar esse tipo para os personagens. Não sei, devo ter mais um ar de charme, de conquista, do que de cafajeste mesmo”, contou o ator em entrevista ao jornal Extra no ano passado.

O ator pode ser visto no Instagram, mas ele defende que as pessoas aproveitem os momentos menos conectados com as redes sociais. “Não sou contra de jeito nenhum. Mas me preocupa que, por hora, não sabemos ainda dos possíveis malefícios. Não temos ideia de como serão as consequências dessa nossa vida com celular nas mãos. Como fica o cérebro com este tanto de estímulos? Não sabemos”, explicou o global.

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