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No Dia de São João, relembre sete personagens caipiras da nossa televisão

Listamos 7 personagens caipiras que conquistaram o telespectador com sua ingenuidade e carisma

Sérgio Guizé
Candinho é um dos caipiras de "Êta Mundo Bom" - Reprodução/TV Globo
Taty Bruzzi

Publicado em 24/06/2019 às 12:20:31

Esta segunda-feira (24) é Dia de São João Batista. A data é conhecida por causa das festas juninas que agitam o Brasil, com direito a quadrilha, quentão e uma linda fogueira.

Em homenagem a festa popular, destacamos 7 personagens caipiras da TV brasileira.

Confira!

Sassá Mutema (Lima Duarte), “O Salvador da Pátria” (1989)

No folhetim escrito por Lauro Cesar Muniz, Sassá Mutema (Lima Duarte) é um catador de laranjas matuto e analfabeto que vê sua vida mudar quando a professora Clotilde (Maitê Proença) começa a dar aulas para os trabalhadores rurais da fictícia cidade de Ouro Verde e ele se torna um dos seus alunos, por quem se apaixona. Ingênuo, o bóia-fria acaba envolvido em uma trama política armada pelo poderoso Severo Toledo Blanco (Francisco Cuoco), dono de uma plantação de laranjais, e que inclui um casamento de fachada, assassinato e a entrada do ruralista na política. A trama coincidiu com as primeiras eleições diretas no Brasil e o papel icônico de Lima Duarte acabou sendo comparado ao ex-Presidente Lula que na época concorria à Presidência com Fernando Collor de Mello.   

Nerso da Capitinga (Pedro Bismarck), “Escolinha do Professor Raimundo” (1995/2001)

Interpretado pelo humorista Pedro Bismarck, Nerso da Capitinga era o típico caipira mineiro contador de “causos”. Tímido e envergonhado, conquistou o público com sua simplicidade e inocência porque representa a criança que e ainda existe dentro de nós.

Julião Petruchio (Eduardo Moscovis), “O Cravo e a Rosa” (2000)

Na trama escrita por Walcyr Carrasco, o personagem de Eduardo Moscovis é um homem rude do campo, dono da fazenda Santa Clara e vive da fabricação de queijos. Como herdou a propriedade do pai em condições precárias, luta com muita dificuldade para mantê-la funcionando. O protagonista casa-se com Catarina (Adriana Esteves), filha mais velha do banqueiro da cidade e com quem protagoniza um romance inspirado na obra “A Megera Domada”, de Willian Shakespeare.

Januário (Taumaturgo Ferreira), “O Cravo e a Rosa” (2000)

Januário (Taumaturgo Ferreira) era um simples homem do campo que vivia na fazenda do Petruchio (Eduardo Moscovis). Apaixonado por Lindinha (Vanessa Gerbelli), era manipulado pela moça, que o fazia de trouxa, por conta deste sentimento, ajudando-a a boicotar o romance do patrão com Catarina (Adriana Esteves). Em determinado momento da trama, descobre ser filho do milionário Joaquim de Almeida Leal (Carlos Vereza). Tem como animal de estimação uma porquinha a quem trata como filha.

Timóteo (Marcello Novaes), “Chocolate com Pimenta” (2003)

Na história de Walcyr Carrasco, Timóteo (Marcelo Novaes) é primo da protagonista Ana Francisca (Mariana Ximenes). Homem bronco e com pouco estudo, mora com a família em um sítio. Apaixonado por outra prima, Marcia (Drica Moraes), sofre porque a moça não dá a mínima para ele. Então, chora as mágoas com sua melhor amiga e confidente, a vaca Estrela. 

Mirna (Fernanda Souza), “Alma Gêmea” (2005)

A única personagem feminina da lista é Mirna, interpretada brilhantemente por Fernanda Souza em mais uma trama de Walcyr Carrasco. A moça morava em um sítio com o tio Bernardo (Emiliano Queiroz) e o irmão Crispim (Emilio Orciollo Neto), que por morrer de ciúmes da irmã afasta qualquer pretende dela. Assim, enquanto o tio e o irmão trabalham no roseiral do empresário Rafael (Eduardo Moscovis), ela cuida da casa e sonha com um casamento. Sem ter com quem conversar, sua única amiga e confidente é a para Doralice.   

Candinho (Sérgio Guizé), “Êta Mundo Bom” (2016)

Na história escrita por Walcyr Carrasco, Candinho (Sérigo Guizé) foi separado da mãe assim que nasceu por ser fruto de um relacionamento indesejado pelo pai da moça e criado por um casal de fazendeiros que o faziam de empregado. Já adulto, o rapaz é expulso de casa levando apenas seu melhor amigo, o burro Policarpo, e vai em busca da sua mãe biológica, Anastácia (Eliane Giardini), sem imaginar que ela é uma empresária de sucesso e ele seu principal herdeiro.  

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