Clara, Celeste e Raquel; relembre mulheres que apanharam em novelas das nove

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Publicado em 06/12/2017 às 12:59:10 ,
atualizado em 06/12/2017 às 14:01:50

Por: Taty Bruzzi

Quando estreou, já sabíamos que “O Outro Lado do Paraíso” iria tratar de um assunto polêmico que engloba milhares de mulheres ao redor do mundo: a violência doméstica.

Na trama escrita por Walcyr Carrasco, Clara (Bianca Bin) se apaixona perdidamente por Gael (Sérgio Guizé). O playboy também a ama, mais de uma forma egoísta e doentia.

O autor chocou o telespectador já no primeiro capitulo da novela, quando os dois se casam e a jovem é estuprada pelo marido em sua noite de núpcias. A partir dali o público já sabia o que viria pela frente.

Esta não foi a primeira vez que uma novela da TV Globo aborda um tema tão delicado e presente no dia a dia. Destacamos mais sete tramas que trataram da violência contra a mulher em suas tramas.

Confira!

“Gabriela” (2012)

No remake de “Gabriela”, o saudoso José Wilker interpretou o coronel Jesuíno, um homem machista e violento. Casado com Sinhazinha (Maitê Proença), morria de ciúmes da esposa, a quem tratava com submissão. Quando descobre o caso da esposa com o jovem Osmundo (Erik Marmo), dentista da cidade, mata os dois ainda na cama, lavando, assim, sua alma com sangue.

“Fina Estampa” (2011)

Na trama das nove, Celeste (Dira Paes) era vítima do marido Baltazar (Alexandre Nero). Quem via o aparentemente calmo e discreto motorista jamais poderia imaginar que, em casa, ele batia na mulher. Assim como acontece em muitas famílias, a esposa da ficção também tinha medo de denunciar o marido.


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“Pé na Jaca” (2006)

Na trama de Carlos Lombardi, Guinevere (Juliana Paes) é uma mulher batalhadora. Casada com Caco (Alexandre Schumacher), que é alcoólatra, sofre violência doméstica sempre que o marido aparece bêbado.

“O Profeta” (2006)

Baseada na obra de Ivani Ribeiro, “O Profeta” trazia Dalton Vigh no papel de Clóvis, um grande empresário que se apaixona e casa com Sônia, personagem de Paolla Oliveira. A mocinha jamais poderia imaginar no inferno que sua vida se transformaria ao lado do marido, que além de bater na esposa foi capaz de mantê-la presa no sótão da mansão em que viviam.

“Senhora do Destino” (2004)

A novela de Aguinaldo Silva abordava a história de Maria do Carmo (Susana Vieira), uma mãe que tinha a filha roubada ainda bebê quando chegava ao Rio de Janeiro vinda do Nordeste. Dentre as tramas paralelas, Rita (Adriana Lessa) era casada com Cigano (Ronnie Marruda), um marginal que abusava da esposa para conseguir o que queria. Era capaz de ameaçá-la mesmo estando dentro da cadeia.

“Mulheres Apaixonadas” (2003)

Nunca o tema violência contra a mulher foi tão bem abordado quanto da novela de Manoel Carlos. Na trama, Raquel (Helena Ranaldi) é uma professora de Educação Física que foge do marido por conta das agressões. Um dia, Marcos (Dan Stulbach) descobre o paradeiro da esposa e por medo do que ele possa fazer com um dos seus alunos ela reata o casamento. Nas cenas mais dramáticas, Marcos batia em Raquel com uma raquete de tênis e sempre ao som de música clássica.

“O Rei do Gado” (1996)

Na trama de Benedito Ruy Barbosa, Léia (Silvia Pfeifer) era casada com Bruno (Antônio Fagundes), o “Rei do Gado”, e amante de Ralf (Oscar Magrini), um aventureiro que só estava interessada no dinheiro dela. Por várias vezes, Ralf bateu em Léia quando esta se negava a fazer o que ele queria. Em uma das sequências a personagem foi parar no hospital e a atriz chegou a ganhar alguns hematomas por causa da veracidade da cena.



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