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Bruna Linzmeyer e Lara Tremouroux mostram axilas peludas no Festival de Cannes

Atrizes representaram o Brasil pelo filme Medusa

Bruna Linzmeyer e Lara Tremouroux
Bruna Linzmeyer e Lara Tremouroux - Foto; Montagem/Reprodução
Redação NT

Publicado em 12/07/2021 às 16:18:42,
atualizado em 12/07/2021 às 16:37:54

Bruna Linzmeyer e Lara Tremouroux participaram do 74º Festival de Cannes e, em registros compartilhados no Instagram, elas aparecem com as axilas peludas. As duas representaram o Brasil pelo filme Medusa, de Anita Rocha da Silveira, na mostra Quinzena dos realizadores.

Por meio da função dos stories, as famosas aparecem juntas e confraternizando com a equipe que foi à Europa para o evento após pisarem no tapete vermelho. Bruna e Lara optaram por vestidos e mostraram ainda os pés descalços após algumas horas com o salto.

Além disso, elas fizeram um protesto sobre a situação da pandemia da Covid-19 no Brasil. Na mesma rede social, Bruna divulgou uma foto onde Lara aparece segurando um cartaz, e repetiu a frase na legenda: "533.000 morreram no Brasil de uma doença para a qual já tem vacina".

Bruna Linzmeyer e Lara Tremouroux mostram axilas peludas no Festival de Cannes

Bruna Linzmeyer e Lara Tremouroux mostram axilas peludas no Festival de Cannes

Bruna Linzmeyer comenta sobre axilas peludas

Em 2018, Bruna exibiu suas axilas durante ensaio para a revista A Criatura. Em entrevista, ela comentou sobre o assunto, analisando a forma que as pessoas lidam com a sua decisão de não se depilar.

"Ter pelos e não querer ser mãe não é para provocar. É realmente quem sou. Me surpreende, incomoda, que isso seja uma questão para os outros, uma provocação. A mulher não precisa ser mãe para ser mulher. E uma mulher adulta tem pelos. Então, toda a questão dos pelos me parece pedofilia, porque quem não tem pelos são crianças, são meninas. Por que a gente tem essa ideia de que é sexy mulher sem pelos? Outra questão é a da sujeira. Fomos retiradas dos nossos corpos desde sempre, mas principalmente desde a Idade Média, quando nós mulheres éramos consideradas bruxas por existirmos, por termos pelos, por sermos lésbicas. E por contestarmos o capitalismo, de falarmos: 'Não quero trabalhar 12 horas por dia, não quero ser enfiada para dentro de casa para ser mãe'", opinou.



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