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Foragido

Carlinhos se revolta com a Justiça e acusa ex de alienação parental: "Péssima mãe"

"Isso virou uma coisa pessoal", acusou Carlinhos

Carlinhos por telefone no Aqui na Band
Carlinhos participou por telefone do "Aqui na Band" - Reprodução/TV Bandeirantes
Redação NT

Publicado em 18/09/2019 às 09:50:24

O humorista Carlinhos "Mendigo" falou ao "Aqui na Band" desta quarta-feira (18) sobre o imbróglio que está vivendo com sua ex-namorada, Aline Hauck. Ele teve sua prisão decretada e está foragido da Justiça pelo não pagamento de pensão do filho de 8 anos.

Segundo Aline falou ao mesmo programa ontem (17), Carlinhos não paga a pensão alimentícia desde 2013, acumulando uma dívida de R$ 700 mil.

"Eu lido com juiz desde os meus 4 anos de idade. Eu fui abandonado. Sem querer me fazer de cuidado. Só pra entender meu ponto de vista. Sempre segui as regras, temo a Deus, ter medo de pecar, de fazer coisa errada. Meu filho é sagrado, primordial. Quando a mãe do meu filho engravidou, fiquei preocupado. Entramos em acordo e vamos ter o filho. Ok... Teve aquela situação chata no momento e a mãe dela perguntou se eu ia casar, disse que não", iniciou ele.

Depois, antes de se explicar, continuou: "A guerra começou cedo. Paguei tudo, plano de saúde e fui proibido de ver o parto. Depois, fui sozinho no hospital. Humilhado, tentando ver pelo vidro. Desde o nascimento dele eu sofro muito. Eu comecei a pagar três mil reais por mês. Depois recebi uma carta da Justiça".

Carlinhos se defendeu na atração de Luís Ernesto Lacombe e Silvia Poppovic: "Eu não via meu filho, só vi depois de 1 ano e 11 meses. Assinei um acordo com juíza. Você vai ver teu filho tal dia, tal hora. Eu assinei. Ela assinou".

Apesar do acordo assinado, o humorista relembrou: "No primeiro fim de semana, não quis me entregar. E eu pegando pensão. Aqui é papo de homem, pagando pensão. Tá tudo documentado. Comecei a fazer boletim de ocorrência. Nada acontecia. Voltei pra outra emissora, o meu salário caiu um pouco e liguei pra ela. Ela falou: 'tudo bem, Carlos'. Eu pagava três [mil] e tudo bem. Continuei pagando. E depois recebi ameaça da justiça, de prisão".

No ano de 2014, Carlinhos afirmou que foi chamado para fazer um novo acordo: "Vai funcionar? Vai funcionar. Fizemos esse segundo acordo. Vou buscar meu filho. Cadê? Não via. Tenho uns cinco, sete boletins de ocorrência".

Para ele, o buraco é mais embaixo: "Isso virou uma coisa pessoal da mãe dela, do pai dela, do namorado dela que chama Gustavo contra mim. Essa guerra é antiga. Se eu paguei, não via. Tão querendo me irritar. Pagava e não via. Ela não tem penitência".

Lacombe questionou a razão da dificuldade de comprovar o que foi acordado no início para ser pago mensalmente. "Tem uma hora que acaba nossa paciência. E falei, doutor... Vamos guerrear, vamos brigar. Se eu pagar dois, três meses e não ver meu filho, é um crime contra um estado. Ela tá cometendo um crime contra o estado, não é contra mim", disparou.

"Ela não cumpre. E fica essa picuinha, fica do outro lado mentindo. Tudo que ela falou na televisão estou usando como prova. É o preço que eu vou pagar pelo barulho que eu tô fazendo. Estou levantando uma badeira dos pais. Se eu pago e não vejo, estou prejudicando minha saúde mental. Quando pego ele, ele pergunta: 'papai, você vai me abandonar?'. Tudo que ele passou e vai passar, não é coitadismo, é a faculdade da vida. Blinda a criança", seguiu.

"Só pra explicar: a defesa dela disse que eu tenho dinheiro escondido. Doutora, ele não tem dinheiro. Aí tem que ligar pro Emílio [Surita] dizendo que não tinha vínculo empregatício. Aí acha que eu tenho na Record. A Justiça não fez a parte dela comigo. A Aline não fez a parte dela comigo. É uma péssima mãe. O meu filho vive sofrendo alienação parental. Só se fala de pensão, de direito do dinheiro", encerrou Carlinhos.

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