Recorde

Com prisão de Queiroz, GloboNews tem 4 vezes mais público que a CNN Brasil

Mais de 3 milhões de espectadores passaram pelo canal de notícias do Grupo Globo na quinta (18)

Apresentado por Aline Midlej, o jornal Edição das 10, da GloboNews, teve melhor público desde 2016 com prisão de Queiroz - Foto: Reprodução/GloboNews
Por Walter Felix

Publicado em 20/06/2020 às 14:25:00

A GloboNews, única emissora da TV fechada a transmitir ao vivo a prisão de Fabrício Queiroz na última quinta-feira (18), viu sua audiência disparar com a cobertura exclusiva. O canal de notícias do Grupo Globo teve sua melhor quinta do ano, alcançando a liderança no ranking da TV por assinatura com o quádruplo de espectadores da CNN Brasil. No período da manhã, o jornal Edição das 10 teve o melhor público em quatro anos.

Logo nas primeiras horas do dia, a programação da GloboNews levou ao público informações sobre a prisão de Fabrício Queiroz no matutino Em Ponto. Com imagens exclusivas do Globocop, em tempo real, o canal exibiu a operação da polícia e o encaminhamento do investigado para o aeroporto. A emissora, assim como a Globo, foi a única a transmitir aquele momento.

Na sequência, o Edição das 10 seguiu com intensa cobertura sobre o caso. Sob o comando de Aline Midlej, a atração teve sua melhor audiência em uma quinta-feira desde 2016, quando foi ao ar a abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. No último dia 18, quase 1 milhão de espectadores passaram para assistir ao jornal Edição das 10h, que registrou um público 30% maior da média em 2020. 

VEJA TAMBÉM

Na média do dia, o canal de notícias do Grupo Globo conquistou a liderança no ranking de canais de TV por assinatura, com um desempenho quatro vezes maior que a CNN Brasil, sua principal concorrente. Cerca de 3 milhões de espectadores passaram pela GloboNews ao longo do dia para acompanhar os desdobramentos do caso e as análises dos comentaristas.

Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz foi preso pela Polícia Civil em Atibaia. Ele estava em um imóvel de Frederick Wassef, advogado do presidente Jair Bolsonaro e de seu filho.

Queiroz é investigado no suposto esquema de "rachadinha", em que servidores teriam devolvido parte de seus salários a Flávio durante seu mandato de deputado estadual do Rio de Janeiro, entre 2003 e 2019.

TAGS:
NOTÍCIAS RELACIONADAS
MAIS NOTÍCIAS