Marido de Galisteu a viu chorar pela 1ª vez em gravação sobre Ayrton Senna, diz diretora
Adriana Cechetti fez revelações acerca de documentário da HBO Max
Publicado em 01/12/2025 às 19:49,
atualizado em 01/12/2025 às 20:49
Adriana Cechetti, Diretora Sênior de Produção de Conteúdo de Não-ficção na Warner Bros Discovery Brasil, participou do NaTelinha Talk desta segunda-feira (1º) e fez revelações para Carol Gazal sobre os bastidores da série Meu Ayrton. A produção da HBO Max revisita o relacionamento de Adriane Galisteu com Ayrton Senna (1960-1994).
No programa transmitido no YouTube, a executiva contou que Alexandre Iodice, marido da apresentadora da Record, se impressionou ao ver a esposa chorar durante uma gravação do documentário porque nunca tinha visto a amada derramando lágrimas por motivo nenhum.
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"A gente sentia que era uma oportunidade de contar aquela história naquele momento. Foi um processo muito diferente. Ela tava muito sensível, ela fala muito sobre isso. A gente tinha que respeitar, a gente mudou as diárias respeitando como era forte para ela. Era quase uma terapia, era quase uma sessão de terapia ali todos os dias", destacou Cechetti.
A diretora acrescentou: "Foi muito curioso. O Alê Iodice, que é o marido e empresário dela, em um dia em que ela chorou, falou 'eu sou casado com ela e eu nunca a vi chorando por nenhum motivo. Foi a primeira vez em que eu a vi chorando'. Foi em uma gravação, no apartamento em que ela morou com o Senna".
Diretora revela coincidências de série de Galisteu e Senna
No NaTelinha Talk, Adriana Cechetti ainda ressaltou que a série sobre o romance de Adriane Galisteu e Ayrton Senna é permeada de muitos fatos curiosos. O primeiro deles se deu há mais de 20 anos, quando a executiva conseguiu seu primeiro emprego na televisão e fez parte da equipe do Superpop, da RedeTV!, na época em que o programa ainda era apresentado pela loira.
"Isso em 2000. Então, foi um reencontro 25 anos depois. Reencontrá-la agora, nessa situação...", detalhou. A diretora seguiu falando de outra curiosidade, protagonizada por uma mulher desconhecida que parou a famosa no meio da rua, revelou que comprou o apartamento em que ela morou com Ayrton Senna e, por conta disso, eles conseguiram gravar a obra no local.
Outro detalhe curioso foi o fato de terem iniciado as gravações em maio, mês da morte do piloto, e encontrarem, por um acaso, com Emerson Fittipaldi em um autódromo de Portugal. O veterano, que estava acompanhando o filho, topou participar e falar de sua amizade com o ídolo brasileiro.
"Foi uma conjunção. É aquela série que a gente fala 'tinha que acontecer, a gente tinha que contar essa história'", concluiu Adriana Cechetti.