5 novelas que a Record quer esquecer que existiram
Algumas entraram para a lista de facilmente esquecíveis
Publicado em 04/02/2026 às 07:39
Consolidada com as novelas bíblicas e agora também com as turcas, a Record já produziu folhetins que foram um fracasso de público e que ela também não faz questão de lembrar que existiram.
Desde a retomada no setor em 2004, teve novela que virou até piada em programa da própria emissora por ninguém assistir. A Record também já tentou ter sua versão de Malhação, mas que não durou muito tempo.
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Relembre abaixo cinco novelas que a emissora quer esquecer que existiram:
Metamorphoses (2004)
Primeira grande aposta da Record na retomada de sua dramaturgia, Metamorphoses entrou para a história de forma negativa. Com uma trama confusa que misturava cirurgias plásticas, crime organizado e referências orientais, a novela sofreu rejeição imediata do público. Os índices de audiência ficaram em patamares considerados vexatórios para o horário, girando em torno de 2 a 3 pontos após estrear com 11 em um domingo. O fracasso foi tamanho que a própria emissora acabou encurtando a história e reescrevendo a trama em plena exibição.
Alta Estação (2006)
Na tentativa de conquistar o público jovem, a Record lançou Alta Estação, inspirada no formato de novelas adolescentes para ter a sua própria Malhação. A produção, no entanto, não empolgou nem adolescentes nem adultos. Com audiência baixa e repercussão quase nula, a trama acabou servindo como um alerta para a emissora, que desistiu de manter um terceiro horário fixo de novelas.
Máscaras (2012)
Exibida após o sucesso de Vidas em Jogo, Máscaras tinha a missão de manter o bom desempenho da faixa noturna, mas acabou frustrando as expectativas. Apesar do elenco conhecido e da proposta policial, a novela perdeu público rapidamente e registrou médias bem inferiores às da antecessora. Começou com 11, mas terminou com 5 no Ibope.
Balacobaco (2013)
Planejada como uma novela mais leve e popular, Balacobaco não conseguiu reverter a queda de audiência do horário. A produção sofreu com mudanças de horário e dificuldade de fidelizar o público. Mesmo sem ser um fracasso retumbante como outras apostas, seus números ficaram aquém do esperado, fazendo com que a novela fosse rapidamente esquecida e raramente citada entre os títulos relevantes da emissora.
Dona Xepa (2014)
Inspirada em um texto clássico do teatro brasileiro, Dona Xepa também não encantou. A audiência baixa levou a emissora a encurtar a novela, que terminou com menos de 100 capítulos, algo incomum para os padrões do canal. Nem reprises posteriores conseguiram reverter a rejeição, consolidando Dona Xepa como mais um título que não figura nas celebrações ou resgates históricos da dramaturgia da emissora.