Justiça

Juíza pede segurança reforçada para audiência de Oruam; rapper segue foragido

Cantor violou tornozeleira eletrônica


Oruam sem camisa, de cabelo vermelho, olhando para a câmera
Oruam em foto antiga - Reprodução

A juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio, solicitou reforço na segurança para a audiência referente à acusação contra o rapper Oruam. O cantor, que está foragido há mais de 20 dias, e outros envolvidos estão respondendo por tentativa de homicídio contra policiais civis.

O artista violou a tornozeleira eletrônica que o monitorava e teve a prisão decretada. Recentemente, o advogado de defesa do famoso afirmou que ele não pretendia se entregar as autoridades policiais e continua utilizando as redes sociais, apesar de uma ordem judicial.

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De acordo com o blog de Ancelmo Gois no jornal O Globo, a nova audiência está marcada para a próxima segunda-feira (23), quando vai acontecer a instrução do processo principal. Por conta da presença de figuras "midiáticas", a magistrada solicitou às autoridades responsáveis o reforço da segurança.

A situação atual de Oruam

A situação de Oruam se complicou no início de fevereiro, quando o STJ (Superior Tribunal de Justiça) revogou o habeas corpus que beneficiava o artista. De acordo com relatório técnico da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o famoso destruiu sua tornozeleira eletrônica.

Diante disso, a juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, expediu um novo mandado de prisão. No entanto, na mesma semana, o advogado avisou que seu cliente não tinha a intenção de se apresentar.

Oruam foi preso em julho de 2025, época em que teria arremessado pedras contra policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) que cumpriam um mandado de busca e apreensão de um adolescente suspeito de integrar o Comando Vermelho, no Joá, na Zona Oeste do Rio.

O cantor foi acusado de seis crimes, sendo eles: tráfico de drogas, associação para o tráfico, resistência, desacato, dano e ameaça.

Ele ficou preso por mais de 60 dias no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, até conseguir a revogação de sua prisão no STJ.

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