Alfinetada

Adriana Calcanhotto desabafa sobre governo Bolsonaro: "Somos a piada do mundo"

A cantora também falou como tem lidado com a pandemia isolada em casa

Adriana Calcanhotto desabafa sobre governo Bolsonaro:
A cantora Adriana Calcanhotto, em entrevista, falou sobre o governo Bolsonaro e da pandemia - Foto: Divulgação

Publicado em 29/05/2020 às 14:29:38

Por: Redação NT

A cantora Adriana Calcanhotto também se mostrou revoltada, como boa parte dos artistas, com o governo de Jair Bolsonaro. Em entrevista para o Estado de Minas, ela comentou a gestão atual no Brasil e até brincou em relação a situação encontrada.

"O remédio é votar direito. É votar pela consciência. Tem muita gente arrependida de ter votado no Bolsonaro porque não olhou para ele, olhou para o antipetismo quando estava na urna. Desde o início o presidente mostra a que veio, não tem nenhuma novidade no que está acontecendo agora. Não há estelionato eleitoral no caso do Bolsonaro, infelizmente para nós. Somos a piada do mundo", disparou a cantora.

Adriana ainda respondeu se está "insustentável" viver no Brasil. "Por alguns aspectos, acho que é insustentável mesmo. Essa situação não pode ficar desse jeito. Mas insustentável não é impossível, insustentável quer dizer 'vamos à luta'", decretou.

Adriana Calcanhotto revela o que pretende fazer quando as coisas voltarem ao normal

Gaúcha, de 54 anos, Adriana Calcanhotto também foi questionada sobre o que pretende fazer quando as coisas voltarem ao normal no Brasil e em todo o mundo. "A primeira coisa que pretendo fazer quando as coisas voltarem ao anormal é cortar o cabelo, assim como todo mundo", afirmou.

Ainda sobre a quarentena, a cantora falou como tem sido os seus meses confinada. "Não desgosto de estar em casa. A sensação que tenho quando estou é de não estar na estrada, não estar trabalhando, o que me permite relaxar um pouco, me proporciona um ócio criativo. A melancolia, a tristeza presentes no disco não têm a ver com o fato de eu não poder sair de casa, mas têm a ver com o todo e sobretudo com as pessoas que deveriam estar em casa e não conseguem ficar porque elas precisam fazer dinheiro", contou.

 
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