Publicado em 22/03/2025 às 15:10:00
No ar na reprise de História de Amor (Globo) como a problemática Joyce, Carla Marins, hoje com 56 anos, revelou que atravessa uma fase tranquila na carreira e que não sente saudades de protagoniza uma novela - a última da qual viveu a mocinha foi Uma Rosa com Amor (2010), no SBT.
"Quando você sai do ar, outra novela entra e ocupa esse imaginário do público e você fica naturalmente no escurinho, no cantinho da sala. Então você fica treinada. É uma coisa muito cíclica. Logo depois, outro trabalho e aí, pronto! Era aquela confusão. Uma coisa muito louca", disse a atriz em entrevista ao Gshow.
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"A gente vai se adaptando com o tempo. Acho que nem existe mais isso desta coisa louca como era antigamente. Claro, existe uma comoção se você estiver fazendo alguma coisa muito bacana, mas acredito que seja de uma maneira mais branda. Mas eu não tenho nostalgia nenhuma. Não é uma questão, não...", garantiu Carla Marins.
Sobre a relação tóxica de Joyce e Caio (Ângelo Paes Leme) na novela de Manoel Carlos, a artista revelou que também passou por situações abusivas. "Já tive momentos de abuso em que eu reconheci na adolescência e depois de mais velha eu lembrei do fato e redimensionei. Fiquei muito triste com o que aconteceu. Levei para a terapia e a gente vai trabalhando", admitiu.
"Toda mulher já passou por um episódio de assédio. Se diz que não, é porque não reconheceu. Já relacionamento tóxico, eu realmente não vivenciei e eu acho que foi justamente porque a minha primeira paixão foi o meu trabalho, minha carreira e meu desenvolvimento pessoal. A minha primeira paixão fui eu mesma, entende?! Digo principalmente para nós, mulheres, porque a nossa socialização sem querer vai seguindo ali o caminho para ser objeto", justificou Carla.
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No papo, Carla Marins confessou que recorreu à terapia em dois momentos da vida - na época de História de Amor, aos 27 anos, e agora.
"Ali pelos 30 anos, foi uma década de muita transformação, onde eu revi situações que aconteceram até traumáticas comigo quando criança e mais adolescente. E aí eu tive o privilégio, oportunidade de olhar para isso, mexer, resolver. Passei a década dos 40 resolvendo isso. Foi lindo, mas agora os 50, eu senti necessidade de novo de arrumar essa casinha", contou.
"Mais madura, voltei a olhar para questões do passado traumáticas, já de outro lugar, com mais experiência. A minha busca sempre foi por autoconhecimento. Eu acho que isso é um norte para mim. E coincidentemente, a década dos 30 foi isso. E essa atual está sendo assim também. Estou me preparando, para os próximos 60, 70, 80, 90, que virão", explicou Carla.
A atriz deixou claro que envelhecer não é um drama. "Tenho pensado sobre isso sim, mas não bate de maneira ruim, negativa ou deprimida, sabe? Vejo de forma bem tranquila. Eu observo o tempo, mas não vejo como um problema, não sinto que é um decréscimo e sim é um desenvolvimento. Sinceramente, para mim, está tudo bem. Minha maior preocupação é como viverei financeiramente. Quero estar bem. Eu vejo minha mãe com 80, Fernanda Montenegro com 95, trabalhando...", disse.
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