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Mais de 100 horas de gravações

National Geographic revela intimidades do serial killer Charles Manson em documentário inédito

Charles Manson
Charles Manson - Foto: Reprodução
Redação NT

Publicado em 11/11/2018 às 10:00:00

O canal National Geographic estreia neste domingo (11), o documentário inédito “Charles Manson: Assassinatos Brutais”, sobre a família Manson e o culto de assassinos dos anos 60.

Com duas horas de duração e produzido a partir do acesso exclusivo a mais de 100 horas de filmagens inéditas, o especial traz novas informações sobre como Charles Manson reuniu um grupo de jovens de uma pequena comunidade para cometer o que é considerada a mais assustadora série de assassinatos da história dos Estados Unidos.

Cinquenta anos depois que Charles Manson mudou com a sua “família” para o rancho que serviria de base para planejar a onda de assassinatos, imagens inéditas revelam o estilo de vida de amor livre com sexo e drogas, e a forma como vários jovens foram manipulados pelo líder para cometer os crimes.

As cenas foram registradas pelo cineasta Robert Hendrickson e compiladas para este documentário pelo produtor britânico Simon Andreae. Convencido de que ele podia ter filmagens inéditas da Família Manson, Andreae contratou um investigador particular para encontrar Hendrickson e descobrir que ele havia morrido algumas semanas antes, deixando uma vasta coleção de imagens, entrevistas e fotos.

Agora, a National Geographic utiliza esse material em "Charles Manson: Assassinatos Brutais", que vai ao ar às 21h45 deste domingo.

O especial inclui entrevistas novas e arquivadas com os antigos membros do culto de Manson, como Catherine "Gypsy" Share, Lago Dianne "Snake" e uma entrevista exclusiva com Bobby Beausoleil, diretamente do presídio onde foi condenado à prisão perpétua por um homicídio cometido por ele, em colaboração com a família Manson.

Além disso, o documentário apresenta pessoas-chave envolvidas no caso Manson, incluindo o promotor Stephen Kay e o perfil do criminoso do FBI John Douglas.

A estreia do documentário marca o primeiro ano desde a morte de Charles Manson, em 19 de novembro de 2017.

 

 

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