Religioso

Juliano Cazarré revela recusa de papéis em nome de valores cristãos: "Muito demoníaco"

Ator falou sobre fé em entrevista divulgada nesta quinta-feira (19)


Juliano Cazarré como Jorginho em Três Graças
Juliano Cazarré interpretou o evangélico Jorginho, que morreu nos últimos capítulos de Três Graças - Foto: Reprodução/Globo

Juliano Cazarré, de 45 anos, revelou, em entrevista divulgada nesta quinta-feira (19), que já recusou papéis que não estavam alinhados com seus valores cristãos. O ator, que acaba de interpretar o evangélico Jorginho na novela Três Graças, na Globo, é católico praticante e fala bastante sobre a fé.

“A religião é uma ferramenta que Deus deixou para a gente caminhar em direção a Ele. O fim da nossa vida é estar em comunhão com Deus”, afirmou, em entrevista à revista Quem.

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Sobre papéis recusados, ele detalhou: “Um filme com cunho excessivamente sexual, com cenas muito gráficas, eu não gostaria de fazer. Um filme de terror muito demoníaco também não. Um filme que exalte o crime, também não”.

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Juliano Cazarré é casado com Letícia Cazarré, de 42 anos. Os dois têm seis filhos: Vicente, de 16, Inácio, de 13, Gaspar, de 6, Maria Madalena, de 5, Maria Guilhermina, de 3, e Estevão, de 2.

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Maria Guilhermina nasceu com a Anomalia de Ebstein, uma cardiopatia congênita rara, que já a levou a longas hospitalizações, e requer o uso de respirador mecânico, traqueostomia e gastrostomia. Sobre os cuidados com a menina, o ator comentou:

"É diferente demais ser pai de uma menina atípica. Eu sou um pai que gosta de estar junto, contar história, de dar colo, de trocar fralda, de dar banho. Com a Guilhermina tudo é um pouco mais difícil. Porque ela vive em home care, tem traqueostomia, tem o óstio da gastrostomia que é por onde ela se alimenta, a sonda na barriguinha. Pelas sequelas que ela ficou, é diferente ler um livro para ela e um para os irmãos. Sinto pena porque ela tem uma rotina de muitos atendimentos. Fisioterapia, terapia ocupacional... Tem sempre muitos profissionais em casa, então também não é sempre que a gente consegue estar com ela. Às vezes está todo mundo no café e a Guigui está na rotina dela no quarto, no home care. Eu sinto essa falta, essa saudade de poder conviver um pouco mais."

Juliano Cazarré

 

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