Grave

Por que o nome de Flávia Alessandra foi envolvido em escândalo gigante de banco

Atriz rompeu contrato com instituição


Otaviano Costa e Flávia Alessandra posando lado a lado, em fundo azul, ambos sérios, em pé, olhando para a câmera
Otaviano Costa e Flávia Alessandra em clique recente - Reprodução/Instagram
Por Jéssica Alexandrino

Publicado em 21/11/2025 às 17:56,
atualizado em 21/11/2025 às 18:24

As revelações da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, fizeram com que Flávia Alessandra e Otaviano Costa, que eram garotos-propaganda do Banco de Brasília (BRB), pedissem o cancelamento dos contratos milionários que tinham firmado com a instituição financeira.

De acordo com a revista Veja, o casal tomou essa decisão para evitar que sua imagem fosse associada à confusão envolvendo a empresa e já formalizou o rompimento dos vínculos publicitários. Nas redes sociais, já não se encontram os posts sobre o banco.

A crise de imagem do banco estourou na última terça-feira (18), quando a investigação foi deflagrada e afastou Paulo Henrique Costa e Dario Oswaldo Garcia Júnior em meio à apuração de um esquema de fraude envolvendo o Banco Master e o BRB.

O BRB, instituição para à qual Flávia Alessandra e Otaviano Costa faziam publicidade, se trata de uma empresa de economia mista, de capital aberto, cujo acionista majoritário é o governo do Distrito Federal (71,92%).

A operação que levou nome de bancos para as manchetes

Prédio do banco BRB

A Operação Compliance Zero foi deflagrada pela Polícia Federal no início desta semana para investigar a emissão de títulos de crédito falsos por instituições do Sistema Financeiro Nacional, com foco no Banco Master. Segundo as apurações, o Master teria emitido cerca de R$ 50 bilhões em CDBs e CDIs, dos quais aproximadamente R$ 12 bilhões estariam “descobertos”, lastreados em carteiras de baixa liquidez ou inexistentes.

O Banco de Brasília (BRB) entrou no radar por ter adquirido carteiras de crédito do Banco Master que representavam cerca de 30% de seus ativos, além de movimentações que somaram R$ 16,7 bilhões entre julho de 2024 e outubro de 2025. O Banco Central já havia bloqueado a compra do Master pelo BRB em setembro e determinou a liquidação extrajudicial do Master após identificar inconsistências graves.

Diante das investigações, o BRB contratou auditoria externa para apurar de maneira independente as operações realizadas com o Banco Master no período investigado pela Operação Compliance Zero. O presidente do banco foi afastado por determinação judicial por 60 dias, e o conselho de administração afirmou que seguirá acompanhando o caso e informará o mercado conforme houver novos desdobramentos.

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