Marcius Melhem vira réu após denúncia de assédio, perseguição e violência psicológica a mulheres
Marcius Melhem sentará no banco dos réus
Publicado em 28/07/2025 às 21:20
O ex-diretor do núcleo de humor da Globo, Marcius Melhem, tornou-se réu por suposta violência psicológica e perseguição contra quatro ex-funcionárias da emissora que o denunciaram por assédio em 2020. Entre as denunciantes está a atriz e humorista Dani Calabresa.
Segundo informações da Veja, a decisão é da juíza Juliana Benevides, da Justiça do Rio de Janeiro, e foi tomada após o caso ser transferido de São Paulo para a capital fluminense. A denúncia aceita pela Justiça afirma que Melhem teria disseminado comentários públicos considerados constrangedores contra as mulheres, o que, segundo o Ministério Público, incentivou uma onda de ataques virtuais contra elas. O caso corre sob sigilo.
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A nova ação ocorre mesmo após um processo anterior, com características semelhantes, ter sido arquivado. Na ocasião, a promotora Fabíola Lovis concluiu que os vídeos divulgados pelo humorista nas redes sociais teriam o objetivo de se defender das acusações, e não de atacar as denunciantes.
Essa avaliação teve como base uma perícia técnica realizada por quatro peritas criminais do Ministério Público. Em nota, os advogados afirmaram que os “fatos tratados nesta ação são os mesmos que já foram analisados e arquivados por outro juízo, após ampla apuração”.
Uma audiência sobre o caso está marcada para o mês de agosto, quando o réu deverá se manifestar oficialmente à Justiça.
Veja a nota completa da defesa de Marcius Melhem
Em relação à reportagem sobre o processo que tramita em segredo de justiça no Rio de Janeiro, a defesa de Marcius Melhem esclarece que os fatos tratados nesta ação são os mesmos que já foram analisados e arquivados por outro juízo, após ampla apuração que incluiu perícia técnica realizada por quatro peritas criminais. O arquivamento foi corroborado pelo órgão superior do Ministério Público, por quatro promotoras de Justiça, todas mulheres. A perícia técnica não apenas afastou a ocorrência de violência psicológica como também apontou indícios de combinação de discurso e comportamento das supostas vítimas.
O próprio promotor de justiça em exercício no juízo criminal se manifestou pela rejeição da denúncia, por entender que não há elementos que sustentem as acusações. O juízo, embora ainda não tenha analisado o mérito, decidiu dar seguimento ao processo, para ouvir o acusado, antes de prosseguir com a ação penal. Estamos absolutamente confiantes de que, assim como ocorreu no outro procedimento, idêntico a este, ficará mais uma vez comprovada a inocência de Marcius. A defesa seguirá colaborando com a Justiça para que a verdade prevaleça.
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