Astrid Fontenelle rebate críticas de Joana Prado ao Carnaval: "Ignorância"
Apresentadora não curtiu as falas da ex-Feiticeira ao criticar a festa pagã
Publicado em 27/02/2025 às 15:32,
atualizado em 27/02/2025 às 15:49
Evangélica desde 2009, quando se converteu junto com o marido, o ex-lutador Vitor Belfort, Joana Prado causou polêmica no início desta semana ao fazer uma série de críticas ao Carnaval e associar a festa ao Demônio.
No vídeo, a ex-Feiticeira afirmou que o Carnaval é "uma invocação aos demônios" e "um culto aos orixás" e atacou as religiões de matriz africana ao dizer que a folia pagã é a consagração da macumba. Além da comunidade carnavalesca, as declarações irritaram adeptos de outras crenças.
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A apresentadora Astrid Fontenelle não pensou duas vezes e reagiu nos comentários de uma publicação que abordava o preconceito de Joana Prado, que, vale lembrar, além de viver a Feiticeira no Programa H (Band), de Luciano Huck, também estampou as páginas da revista Playboy em 2000.
"Santa Ignorância! Laroyé! E viva a Playboy! Desculpa, Joana, mas se você se acha pecadora (eu não acho), se cure! Tá liberada para seguir a religião que quiser. E eu a minha. E cada um a sua! Intolerância religiosa, num discurso desses é crime", escreveu Astrid.
Vale lembrar que Joana Prado já desfilou no Carnaval do Rio de Janeiro, mas se afastou do meio desde que se converteu. "O Reino de Deus e os valores familiares. Não basta se tornar mais um cristão. É preciso ser discípulo de Jesus. Me arrependo da época da Feiticeira, e arrependimento significa mudança de vida", declarou recentemente.
Joana Prado ataca o Carnaval em vídeo

"Existe ali um culto aos orixás, uma consagração a Deus, onde a invocação aos demônios acontece. Existe mesmo uma festa toda voltada para a carne, e a gente vê muito nítido, a exposição do corpo, as baterias, os tambores...", disse Joana Prado no vídeo.
"O maior inimigo do homem é a própria carne. E o Carnaval festeja esses desejos de arrepio, envolve muito a cultura da macumba, envolve uma cultura espírita...", completou Vitor Belfort, concordando com a análise da esposa.
"O Carnaval não é apenas uma festa inofensiva. Ele carrega consigo uma cultura que, muitas vezes, promove tudo o que é contrário à vontade de Deus - imoralidade, excessos, idolatria e um afastamento dos princípios bíblicos. Como cristãos, somos chamados a viver de maneira santa e separada do mundo. O Carnaval pode até parecer só uma festa, mas será que convém para alguém que foi comprado pelo sangue de Cristo?", questionou Joana.
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