Entrevista

Atriz torce por remake de "Vamp" e pede: "Globo, tô dentro"

Evelyn Castro fez musical de "Vamp" e atualmente está no ar no Multishow

Atriz torce por remake de
Evelyn Castro (dir.) fez papel de Vera Holtz em musical de "Vamp" - Fotos: Divulgação

Taty Bruzzi
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Taty Bruzzi

Jornalista com especialização em Jornalismo Cultural, Tatiana Bruzzi atua na área há 19 anos, com ampla experiência na produção, criação, edição e revisão de texto. Nos últimos anos tem focado nas editorias de Mulher, Famosos e Cinema.

Publicado em 16/06/2019 às 12:47:22

No ar em “Tô de Graça” ao lado de Rodrigo Sant’anna no Multishow, Evelyn Castro torce para a Globo produzir um remake de “Vamp” só para reviver a personagem Mrs. Alice Pen Taylor, interpretada por Vera Holtz na novela dos anos 90. “Tendo remake pelo amor de Deus, 'Globo, tô dentro, nunca te pedi nada”, brinca.

A atriz interpretou a caçadora de vampiros, uma das suas personagens prediletas da televisão, em “Vamp - O Musical” e chegou a dizer à Vera Holtz o prazer em repetir seu papel e, ainda, a admiração quem tem por ela. “Com todo o meu respeito, porque a personagem é dela”, falou.

Evelyn também é cantora ficou conhecida na telinha como uma das finalistas do reality “Fama 4”, em 2005. Hoje, além do humorístico no Multishow, pode ser vista também na segunda temporada de “O Mecanismo”, série assinada por José Padilha e exibida pela Netflix, como Luz Maria, cunhada e laranja do personagem Roberto Imbrain (Enrique Díaz), inspirado no doleiro Alberto Yossef.

“Ela ‘ingenuamente’ participa de seus esquemas de corrupção”, relata. No ano passado, a produção se tornou um grande sucesso ao abordar a operação Lava Jato. Para esta sequência, uma das passagens é o processo de Impeachment da ex-presidente Dilma.

Para quem ainda não conferiu, a atriz promete muitas emoções. “Podem esperar uma sequência tensa e inteligente demais com atuações impecáveis”, conta. “Feliz em fazer parte e poder estar em um lugar diferente de atuação ali também”, comemora.

Com trabalhos na TV, no cinema e no teatro, nos últimos anos Evelyn Castro vem se destacando no humor. Em 2017, entrou para o canal “Porta dos Fundos”, no YouTube. “Quando vi o ‘Porta dos Fundos’ pela primeira vez eu surtei. Pensei: ‘Caramba, é a TV Pirata? Não, é o Monthy Python? Eu fiquei doida!”, relembra. “Eu queria ser colega deles e brinco que foi minha novela das 9. Me sinto honrada em fazer parte”, ressalta.

Já a oportunidade para interpretar a Marraia Carey no humorístico do Multishow surgiu quando Evelyn estava com o musical sobre Cássia Eller e a produtora, Cibele Santa Cruz, também trabalhava no programa. “Foi amor à primeira vista”, derrete-se.

Nos palcos, a atriz vem somando produções de sucesso. Sua estreia foi em “Tim Maia, Vale Tudo”, atuando por três anos. Em seguida, veio o “Cássia Eller” e, agora, ela está em cartaz com “Quebrando Regras – Um Tributo à Tina Turner”.

Para a artista, atuar e cantar ao mesmo tempo é o paraíso. “Unir as duas artes que tanto amo é demais!”, vibra. “Foi difícil para entender, é difícil a dedicação, entrega e disciplina, as pessoas não têm ideia. Porém, uma dádiva. Sou grata a Deus por isso!”, agradece.

Evelyn explica que desde muito cedo gostou de montar musicais na escola justamente pela possibilidade de unir a dramaturgia com a música. No entanto, antes do “Fama” ela cantou em bandas nos bares por três anos.

Do extinto reality produzido pela Globo ela guarda bons momentos e a amizade. “Foi ali que minha ficha caiu, que eu não tinha para onde correr, minha alma ansiava pela arte, eu respirava música. Foi o programa que me deu este gás”, revela.

Já o grupo que esteve ao seu lado no programa mantém contato até hoje pelas redes sociais. “Só tenho lembrança boa. De crescimento, de amadurecimento e de conhecer pessoas incríveis que levo até hoje. Viva o WhatsApp, temos o grupo 'Fama 4'!”, conta, sorrindo.

Como uma das vozes mais marcantes da atração, Evelyn ressalta que a carreira é difícil, necessita dedicação e estudo. “O Fábio Souza, que ganhou o ‘Fama 4’, é meu amigo e está muito bem vivendo da música. Como ele ama isso, arte é o que importa. Fama é consequência”, conclui.


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