Exposição

Ex-Príncipe Andrew teve 12 amantes em 1º ano de casamento, revela livro

Ex-membro da Família Real tem vida contada


Ex-Príncipe Andrew de terno
Ex-Príncipe tem vida exposta novamente - Foto: Divulgação
Por Redação NT

Publicado em 02/03/2026 às 10:37,
atualizado em 02/03/2026 às 11:02

O ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor voltou a ser alvo de novas acusações sobre sua vida pessoal. Segundo o livro Entitled, do historiador Andrew Lownie, ele teria mantido 12 amantes no primeiro ano de casamento com Sarah Ferguson, a duquesa de York.

Na obra, o autor afirma ter reunido depoimentos de fontes ligadas ao Palácio de Buckingham que descrevem um padrão de comportamento sexual “em série”. As alegações incluem assédio a funcionárias, relações extraconjugais e um estilo de vida considerado desregrado, a ponto de, ainda de acordo com o livro, o palácio ter se visto obrigado a negar publicamente que Andrew tivesse contraído uma infecção sexualmente transmissível.

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O livro também sustenta que as traições teriam marcado a relação com Sarah Ferguson. Uma das passagens relata um episódio em que a duquesa teria flagrado o então marido em uma situação comprometedora com outro homem.

A cena é atribuída ao relato de uma funcionária doméstica que teria trabalhado 11 anos no palácio. Segundo essa versão, Sarah teria encontrado Andrew de cueca e camisa, deitado em um sofá ao lado de um amigo da Marinha que usava apenas meias. Irritada, ela teria exigido que ele escolhesse entre continuar o casamento ou ficar com “seus namorados”.

Ex-Príncipe Andrew tem vida exposta

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Em outra parte, o autor menciona declarações atribuídas a Jeffrey Epstein, financista acusado de crimes sexuais, sobre preferências sexuais de Andrew. De acordo com o trecho reproduzido no livro, Epstein teria dito que os dois “compartilhavam as mesmas mulheres” e descrevido o ex-príncipe em termos explícitos.

Ainda segundo Entitled, uma fonte próxima a Andrew teria relacionado parte do comportamento sexual do ex-integrante da família real a episódios muito precoces de sua infância. A obra cita a alegação de que ele teria tido sua primeira experiência sexual aos oito anos e perdido a virgindade aos onze, em circunstâncias envolvendo acompanhantes contratadas por um adulto. A mesma fonte, conforme o livro, sugere que isso poderia ter contribuído para problemas posteriores, citando automutilação, depressão e encontros sexuais de risco.

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