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Justiça cancela shows milionários de Zezé Di Camargo e Naiara Azevedo; entenda

Apresentações aconteceriam na Festa do Peão de Peixoto de Azevedo, no Mato Grosso


Montagem de fotos de Zezé Di Camargo e Naiara Azevedo cantando no palco
Zezé Di Camargo e Naiara Azevedo se apresentariam em evento sertanejo - Reprodução/Instagram
Por Redação NT

Publicado em 15/08/2025 às 16:24,
atualizado em 15/08/2025 às 16:25

A Festa do Peão, evento sertanejo que aconteceria no município de Peixoto de Azevedo, localizado a 692 km da capital do Mato Grosso, Cuiabá, foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Estado. Com isso, artistas como Zezé Di Camargo e Naiara Azevedo tiveram seus shows cancelados.

A decisão do TJMT atendeu a um pedido do Ministério Público, que alertou para possível ilegalidade e falta de razoabilidade no gasto de R$ 2,2 milhões para a realização do evento. Cerca de 75% desse montante seriam destinados a apresentações de artistas nacionais.

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De acordo com o Metrópoles, os shows estavam previstos para ocorrer entre 27 e 31 de agosto. Pela participação na Festa do Peão, Zezé Di Camargo receberia um cachê de R$ 500 mil, enquanto Naiara Azevedo embolsaria R$ 400 mil. Outros cantores, como Cleber & Cauan, Humberto & Ronaldo, Wesley & Conrado e Serginho Pinheiro ganhariam, respectivamente, R$ 270 mil, R$ 233 mil, R$ 120 mil e R$ 50 mil.

Cidade que receberia Zezé Di Camargo e Naiara Azevedo tem menos de 50 mil habitantes

Zezé Di Camargo cantando no palco de show

O MPMT apresentou o argumento de que o município de Peixoto de Azevedo tem menos de 50 mil habitantes e apresentou déficit orçamentário no primeiro semestre deste ano, tornando o gasto milionário com os shows da Festa do Peão incompatíveis com a situação da cidade.

A ação também pontua que a prefeitura firmou convênio com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) para receber o valor de R$ 2 milhões, com contrapartida municipal de R$ 200 mil.

O repasse máximo para eventos desse tipo, de acordo com a Lei Estadual nº 12.082/2023, é de R$ 600 mil, salvo autorização expressa do governador, o que não foi apresentado. O órgão ainda questionou a origem da contrapartida e a viabilidade financeira do evento diante do desequilíbrio fiscal enfrentado pela cidade.

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