Polêmica

MC Guimê rompe o silêncio após ameaça de ter bens penhorados: "Estresse"

Além do ex-BBB, Lexa também emitiu uma nota através de sua assessoria jurídica


MC Guimê
MC Guimê rompeu o silêncio após polêmica com dívida envolvendo a compra de uma mansão - Foto: Reprodução/Instagram

Após a repercussão da notícia de que a Justiça estuda penhorar os bens de MC Guimê e Lexa em razão da dívida milionária que o ex-casal conquistou na compra de uma mansão localizada em Alphaville, em Barueri (SP) - o valor está em R$ 3.078.360,18 -, o ex-BBB resolveu romper o silêncio.

Em um vídeo publicado em suas redes sociais, MC Guimê comentou o caso. "Já falei que não gostaria mais de falar sobre. Para que não fique nenhum mal-entendido, vou resumir. Esse imóvel, quando foi comprado, estava com preço de venda de R$ 2,2 milhões. Logo de início, através de um acordo do meu antigo empresário com a pessoa que se dizia proprietária do imóvel, tive que desembolsar R$ 1 milhão", contou.

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"Quando estava fazendo os pagamentos, recebo uma notificação extrajudicial de outra pessoa que ela era a real proprietária do imóvel. Se tratou de um golpe, só que já tinha pago valores expressivos", disse o artista.

"Com essa nova pessoa, chegamos a um acordo em juízo, que não pode falhar prazos, me responsabilizei e sozinho arquei com todos os pagamentos. Resolvi com essa pessoa que chegou no meio da história. Além de ter tomado diversos prejuízos e estresse, tive que resolver erros de obra, como vazamentos, dívidas de condomínio e um milhão de coisas", afirmou o famoso.

"Essa casa foi comprada e não alugada. Essa questão que meu advogado está lutando, tinha uma cláusula abusiva que seria cobrado um aluguel conforme o andamento do contrato. Como o contrato não teve uma boa resolução, foi cobrado esse aluguel, mas estou confiante que a minha defesa vai reverter a situação e a Justiça vai tomar a decisão mais adequada", explicou MC Guimê.

Lexa se posiciona sobre polêmica

MC Guimê rompe o silêncio após ameaça de ter bens penhorados: \"Estresse\"

Em nota, a defesa da cantora Lexa também se posicionou sobre o assunto. "A defesa da artista Lea Cristina Araújo da Fonseca, conhecida como Lexa, vem a público esclarecer que os processos que envolvem seu nome tramitam sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação de detalhes específicos sobre seu conteúdo", informou.

"Todavia, é importante destacar que a artista sempre buscou resolver a controvérsia de forma proativa e transparente, por meio de composição extrajudicial, tendo apresentado propostas concretas com valores e bens consideráveis. Essas tentativas, no entanto, não obtiveram êxito por ausência de consenso entre as partes, apesar da clara boa-fé demonstrada por Lexa", expôs.

"Quanto às alegações recentemente veiculadas na imprensa, esclarece-se que não houve, até o presente momento, qualquer determinação judicial que autorize a penhora de direitos autorais, plataformas digitais, gravadoras ou uso de imagem da artista. As medidas citadas foram requeridas exclusivamente pela parte contrária, e não foram deferidas pelo Juízo responsável pelo caso", esclareceu o staff de Lexa.

"A última decisão proferida pelo juízo de origem refere-se apenas à penhora no rosto dos autos sobre valores devidos a terceiros (Michel Eduardo Silva), oriundos de ações autônomas de natureza trabalhista e alimentar, créditos esses não vinculados diretamente à artista Lexa. Portanto, qualquer afirmação no sentido de que teria havido ordem judicial de bloqueio de receitas da cantora é absolutamente inverídica e distorcida da realidade processual", disse.

"Cabe reforçar que o próprio Ministério Público já se manifestou contrariamente à tramitação da notícia-crime na esfera penal, apontando que a matéria deve ser tratada no juízo cível, além de destacar a ausência de fundamento legal para pedidos de bloqueio de redes sociais ou passaporte", destacou.

"Infelizmente, observa-se uma tentativa de distorção da imagem da artista por parte de quem, contraditoriamente, também possui dívidas relevantes com terceiros, como demonstrado nos autos. Tais dívidas, inclusive, motivaram a habilitação de outros credores no mesmo processo, justamente pela inadimplência das partes que agora buscam se valer da exposição pública para constranger Lexa, ao passo que elas próprias se esquivam do cumprimento de suas responsabilidades legais", se queixou a defesa.

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