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Saudades

Há dois anos morria Yoná Magalhães, a primeira mocinha do casting da Globo

Relembre a trajetória da grande atriz Yoná Magalhães


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Divulgação
Por Redação NT

Publicado em 20/10/2017 às 04:15:38

Há dois anos o Brasil perdia uma das suas grandes estrelas da televisão e teatro. A atriz Yoná Magalhães partia para morreu por problema cardiológico, na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro.

Yoná Magalhães foi a primeira mocinha do casting da Rede Globo, trabalhando em "Eu Compro Esta Mulher", de 1966. Ela nasceu no dia 7 de agosto de 1935 e começou na vida artística em 1964 em "Deus e o Diabo na Terra do Sol". Em seu histórico profissional, a atriz trabalhou no rádio e fez sua primeira telenovela na TV Tupi.

Desde então, atuou em peças e viajou por todo o Brasil. Durante sua turnê teatral, conheceu e se casou com o produtor Luis Augusto Mendes e foi morar na Bahia.

Entre os muitos sucessos de suas carreira, destacam-se a personagem Matilde, de "Roque Santeiro" (1985), dona da boate onde trabalharam as dançarinas Ninon (Cláudia Raia) e Rosaly (Isis de Oliveira), e seus papeis em "Uma Rosa Com Amor" (1972), "Saramandaia" (1976), "Amor com Amor se Paga" (1984), "O Outro" (1987), "Tieta" (1989), "Meu Bem, Meu Mal" (1990), "Despedida de Solteiro" (1992), "A Próxima Vítima" (1995), "Senhora do Destino" (2004) e "Paraíso Tropical" (2007).



A artista também participou de importantes minisséries da Globo, como "Grande Sertão: Veredas" (1985) e "Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados" (1995) e atuou em diversos seriados, como na segunda versão de "Carga Pesada" e "Tapas e Beijos".

Na carreira no teatro, destaque para suas atuações em “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, “Vagas para Moças de Fino Trato”, de Alcione Araújo, “A Partilha”, de Miguel Falabella, e o “Milagre da Santa”, de Vicente Pereira.

No cinema, além de “Deus e o Diabo”, e de uma versão de “Society em Baby-Doll”, dirigida por Waldemar Lima e Luiz Carlos Maciel, atuou ainda em “Alegria de Viver” (1958), de Watson Macedo, e “Pista de Grama” (1958), de Haroldo Costa.

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