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Miss Bumbum revela que já gastou mais de R$ 100 mil para desfilar no Carnaval

Atual Miss Bumbum, Kerolay Chaves revela como é sua rotina para ser musa de escola de samba paulista e afirma que já gastou mais de R$ 100 mil para estar no Carnaval


Kerolay Chaves
Kerolay Chaves
Por Redação NT

Publicado em 12/01/2026 às 16:58,
atualizado em 12/01/2026 às 17:01

Miss Bumbum Brasil 2025, a modelo e influenciadora Kerolay Chaves, de 24 anos, se prepara para retornar à avenida no Carnaval de 2026 após um período de reflexão e mudanças profundas em sua rotina. Depois de ter recusado o desfile no ano anterior por não se sentir confortável com a pressão estética nos bastidores das escolas de samba, ela decidiu transformar sua preparação em um projeto pautado por coerência, disciplina e escolhas conscientes.

Para esse retorno, Kerolay revelou já ter investido mais de R$ 100 mil ao longo de meses de preparação. O valor envolve treinos intensivos, alimentação regrada e acompanhamento profissional contínuo, pensados especificamente para atender às exigências físicas do Carnaval sem recorrer a intervenções estéticas. Segundo ela, o processo foi planejado de forma estratégica e personalizada.

Mudança de postura

Um dos pontos que mais chama atenção nessa preparação é a contratação de um personal trainer exclusivo para o treino do bumbum, área central de sua performance na avenida. “Eu já treinava normalmente, mas percebi que, para o Carnaval, precisava de um trabalho ainda mais direcionado. Contratei um personal só para cuidar dessa parte, com exercícios pensados para resistência, definição e equilíbrio”, contou. De acordo com a influenciadora, esse acompanhamento exclusivo permite ajustes constantes ao longo do processo, respeitando os limites do corpo.

A decisão de voltar ao Carnaval também veio acompanhada de uma mudança de postura em relação ao próprio corpo. Em 2025, Kerolay optou por não desfilar após ouvir sugestões para alterar sua aparência. “Em 2025 eu não quis desfilar porque me pediam para mudar o corpo. Percebi que o Carnaval estava mais preocupado com o padrão do que com a expressão. Este ano quero mostrar o oposto: que é possível chegar à avenida sendo quem se é”, conta.

Essa escolha se reflete diretamente em sua rotina fora da academia. Kerolay adotou um estilo de vida totalmente natural, baseado em alimentação orgânica e cuidados corporais sem procedimentos invasivos. Ela afirma que o gasto mensal apenas com alimentos e produtos orgânicos já ultrapassa R$ 10 mil. “Escolhi investir em qualidade, não em aparência. É mais caro, mas é o preço de cuidar de verdade”, explica.

Na alimentação, a influenciadora prioriza ovos de galinhas caipiras, leite não industrializado e frutas livres de agrotóxicos, além de evitar ultraprocessados. “Não é só treino. Tem alimentação, descanso e constância. Eu sigo uma dieta mais natural, evito ultraprocessados e tento manter uma rotina que sustente o preparo ao longo do tempo”, afirmou. Nos cuidados com o corpo, ela substituiu cosméticos convencionais por óleos vegetais e fórmulas naturais, mantendo também um cronograma regular de massagens e drenagens manuais.

Ao longo desse processo, Kerolay passou a valorizar ainda mais sua própria trajetória. Em 2025, ela compartilhou nas redes sociais um exame de raio X do bumbum para comprovar que nunca passou por cirurgias. A imagem, que hoje está emoldurada na sala de sua casa no Rio de Janeiro, se tornou um símbolo pessoal de transparência e fidelidade ao próprio corpo.

Em 2026, todo esse planejamento poderá ser visto na avenida. Kerolay desfila como musa da ala dos compositores da escola de samba Estrela do Terceiro Milênio, em São Paulo, no sábado, 14 de fevereiro, quando a agremiação será a quinta a cruzar o Sambódromo do Anhembi. A escola levará à avenida o samba-enredo “Hoje a poesia vem ao nosso encontro: Paulo César Pinheiro, uma viagem pela vida e obra do poeta das canções”, em homenagem ao compositor e letrista brasileiro.

Para Kerolay, mais do que uma participação no Carnaval, o desfile representa um posicionamento pessoal diante de um cenário ainda marcado por padrões estéticos rígidos. “Desfilar sem mudar nada no corpo é a minha forma de resistência. Quero que as pessoas vejam que o Carnaval também pode celebrar o que é real. Não é uma provocação, é um posicionamento”, conclui.

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