NaTelinha Talk

"Deus me livre, eu detesto o feminismo", dispara Márcia Goldschmidt

Apresentadora deu opinião polêmica sobre a relação entre homens e mulheres


Márcia Goldschmidt no NaTelinha Talk de roupa preta e cabelo solto, falando, séria

Márcia Goldschmidt participou do NaTelinha Talk desta segunda-feira (13) e confessou que "odeia o feminismo". Na conversa com Drika Oliveira e Helô Amighini, a apresentadora explicou que não se considera feminista e disse que as mulheres estão cada dia mais dependentes de "machos".

O assunto veio à tona quando o trio reclamava de homens que ficam encostados nas mulheres, citando ainda as mães que não ensinam os filhos a fazerem serviços domésticos e deixam tudo por conta das meninas. A convidada alegou que seu filho sabe fazer de tudo e faz comida para a esposa.

Ronaldo Ésper chama Luciana Gimenez de gorda e leva invertida da apresentadora

Luiza Brunet relata abuso sexual aos 11 anos: "Fui invadida por uma pessoa adulta"

"Mas aí, você fala isso e dizem 'ah, mas você é uma feminista'. Não é questão de ser feminista", explicou Drika. Márcia Goldschmidt interrompeu a jornalista e exclamou: "Deus me livre, não tem nada de feminismo, eu detesto o feminismo".

A veterana acredita que esse movimento seja um dos extremos. "É um extremo. Desde que foram lá, rasgaram os sutiãs e falaram alguma coisa e tal, nós começamos a carregar muito mais peso. Nós tivemos que trabalhar dentro e fora, tivemos que dar conta de tudo", reclamou.

Márcia Goldschmidt diz que é a favor do crescimento da mulher

Ainda se justificando no NaTelinha Talk, Márcia Goldschmidt disse que é a favor do crescimento da mulher. "Sou a favor do crescimento da mulher e do respeito à mulher como indivíduo", continuou.

"Então você é feminista, porque esse é um dos pilares do feminismo", pontuou Drika Oliveira. "Eu não sou feminista. Feminista, pra mim, é quem é radical. Eu quero ser um indivíduo na sociedade. Como um indivíduo na sociedade, sendo do sexo feminino, tenho meus direitos e meus deveres", opinou.

A veterana admitiu que é julgada quando fala desse assunto, mas insistiu: "O meu crescimento independe de bandeiras e militância, de jogar a mulher contra o homem. Eu sei que as mulheres têm sido subjugadas e subvalorizadas, mas isso parte muito mais do comportamento delas do que de uma bandeira".

Mais Notícias

Enviar notícia por e-mail


Compartilhe com um amigo


Reportar erro


Descreva o problema encontrado