Repórter da Globo encontra Chapolin no México e admite: "Não assistia"
André Gallindo mostrou não conhecer nem mesmo o famoso bordão do personagem
Publicado em 11/06/2026 às 15:15,
atualizado em 11/06/2026 às 15:21
O repórter André Gallindo, da Globo, encontrou um mexicano vestido de Chapolin durante a cobertura da cerimônia de abertura da Copa do Mundo nesta quinta-feira (11). Diante do famoso personagem, conhecido no Brasil pela exibição do seriado no SBT, o jornalista admitiu que não assistia ao programa.
“O México ama o Brasil, e a gente ama o México”, cravou André Gallindo no início da transmissão em frente ao Estádio Azteca, na Cidade do México, um dos locais da cerimônia de abertura. O evento é dividido entre as três nações que sediam o Mundial, contando ainda com Estados Unidos e Canadá.
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Gallindo conversou com um torcedor vestido como Guillermo Ochoa, goleiro da seleção mexicana que está em sua sexta participação na Copa. Aos 40 anos, ele deve se despedir do Mundial nesta edição.
Em seguida, o jornalista brasileiro conversou com outro homem, que usava a fantasia de Chapolin Colorado, famoso personagem de Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito (1929-2014), também criador e intérprete do Chaves e um dos artistas do México mais reconhecidos internacionalmente.
O personagem, apesar do sucesso, não cativou o repórter da Globo. Ele frisou que não assistia ao seriado – diferentemente do narrador Gustavo Villani e do comentarista Roger Flores, que também participavam da transmissão.
“Eu era pequeno, não assistia, ao contrário de Roger e de Guga, o Chapolin. Qual é a frase do Chapolin? A sua frase?”, perguntou Gallindo. “Não contavam com a minha astúcia”, respondeu o fantasiado.
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Gallindo voltou a mostrar que não tinha familiaridade com o bordão e encerrou a entrevista: “Não contavam com a astúcia… Assim, a gente manda de volta pra vocês, agradecendo o calor humano dessa alma apimentada do povo mexicano. Hasta, amigo! Que linda Copa teremos!”.
“Não contavam com a minha astúcia”, corrigiu Roger, do estúdio. “Quem jogou mais? O Chaves ou o Chapolin?”, questionou Villani. “Acho que o Chaves. Eu gostava mais do Chaves”, devolveu o ex-jogador e hoje comentarista da Globo.
Chaves e Chapolin no Brasil
Produzidos desde o início dos anos 1970, Chaves e Chapolin chegaram ao Brasil na década seguinte, em agosto de 1984, pelo SBT. Desde então, tornaram-se “coringas” da programação da emissora, com sucessivas reprises e alcançando grande popularidade junto ao público brasileiro.
Atualmente, as séries fazem parte do catálogo de várias plataformas de streaming, incluindo o Globoplay, vinculado à Globo.