Veterana

Zezé Motta mudou de ideia com convite da Globo: "Novela? Nunca mais"

Atriz vive Dona Menina em A Nobreza do Amor, que estreia nesta segunda (16)


Zezé Motta
"Eu falava: ‘Novela? Nunca mais! Está bom já’", admitiu Zezé Motta em participação no Encontro - Foto: Reprodução/Globo
Por Walter Felix

Publicado em 16/03/2026 às 11:50,
atualizado em 16/03/2026 às 11:50

Zezé Motta mudou de ideia sobre os rumos da carreira ao receber o convite para interpretar Dona Menina em A Nobreza do Amor, nova novela das 18h, que estreia nesta segunda-feira (16), na Globo. A atriz falou sobre o trabalho em participação no Encontro com Patrícia Poeta.

Segundo Zezé Motta, fazer novelas já não estava mais nos seus planos. Aos 81 anos e com dezenas de títulos no currículo, a veterana mudou de ideia.

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“Eu falava: ‘Novela? Nunca mais! Está bom já’ (risos). Mas aí chegou o roteiro, dei uma lida, uma pesquisada na personagem… Não resisti à Dona Menina”, revelou a atriz.

Ela contou por que ficou encantada pela personagem: “Já começou pelo nome dela. Que delícia, Dona Menina tem tudo a ver comigo! Porque é assim que eu me sinto. Eu me sinto uma menina idosa”.

“Dona Menina é o máximo. Ela é uma mãe de família, dona de casa, superavó. Ela foi parteira e quando alguém precisa, ela socorre. É artesã também, trabalha com argila. Tive que fazer umas aulas de cerâmica. Quando eu penso que não tem mais nada para aprender na vida… É uma maravilha!”

Zezé Motta
Zezé Motta
Zezé Motta como Dona Menina em A Nobreza do Amor - Foto: Globo/Manoella Mello

A atriz fez participação especial em Fuzuê (2023), mas não integrava o elenco fixo de uma novela há quase 10 anos, desde O Outro Lado do Paraíso (2017).

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Na trama, Dona Menina é uma parteira e benzedeira que mora na vila dos colonos do coronel Casemiro (Cássio Gabus Mendes). Divide seu tempo entre seu roçado, a atividade como parteira e a fabricação de peças de cerâmica, que vende na feirinha de Barro Preto.

Ela aprendeu a moldar o barro com seu falecido marido e está passando esse conhecimento para seu neto, Vitalino (Levi Asaf). É uma espécie de oráculo do lugar.

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