NaTelinha Talk

Executiva da Gazeta diz ter tido carta branca e revela um dos maiores cânceres da TV

"Não me traga fofocas, porque eu fico irritada", avisou


Juliana Algañaraz no NaTelinha Talk
Por Thiago Forato

Publicado em 04/03/2026 às 10:26,
atualizado em 04/03/2026 às 11:12

Juliana Algañaraz teve carta branca da TV Gazeta para reformular a programação e mudar as peças necessárias. "A frase foi que eles estavam buscando alguém. Primeiro, que o desafio era fantástico. Quantas vezes chega na sua mão a possibilidade de virar um canal de televisão aberta no Brasil?", relembrou ela em entrevista ao NaTelinha Talk na noite dessa terça-feira (3).

Para a nova Superintendente geral do canal, o Brasil é um mercado maravilhoso. "É um luxo participar dessa seleção, entendeu? De ser um profissional que está participando dessa possibilidade. [...] Sou uma pessoa com muita personalidade. Eu não nego ela. Então, eu necessito independência. Eu gosto de entregar resultado", acrescentou em papo conduzido por Carol Gazal.

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Apesar disso, lamentou que o meio televisivo esteja infestado de fofoca. "Algo que acontece muito comigo e no meio... Eu não trabalho com fofocas. Eu trabalho com fatos, não com fofocas. Não me traga fofocas, porque eu fico irritada. Me entregue um fato. E as pessoas levam fofocas."

"Como canais de televisão são movidos a fofoca. Acho que um dos maiores cânceres dos canais de televisão em geral."

Juliana Algañaraz em entrevista ao NaTelinha Talk sobre fofocas nos bastidores da TV

Juliana Algañaraz quer ampliar programação sem igrejas

Ao longo da entrevista, revelou também que se sente engessada pelo contrato da TV Gazeta com as igrejas. São 11 horas de programação diária no canal. "Dentro da nossa estratégia, a gente quer criar uma faixa de programação brasileira. Neste momento, estou um pouco engessada porque tenho a igreja, herdei uma igreja", ponderou.

A executiva explicou que não consegue integrar o conteúdo religioso aos outros programas. "É como um calo no pé. Existem televisões que não têm, quer dizer que dá para sobreviver de alguma forma. Não sei se é um mal necessário ou uma solução fácil", pontuou a argentina, que apostou em diversidade ao assumir o canal.

Questionada sobre o motivo de ter sugerido que vender horários para igrejas seja uma solução fácil, Juliana Algañaraz se explicou alegando que a empresa pode lucrar facilmente, já que é um dinheiro certo e sobram poucas horas para preencher com conteúdo original.

"Está nos meus planos [encerrar a negociação com igrejas], mas não é fácil", reconheceu a Superintendente geral da TV Gazeta.

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