Ana Maria Braga se emociona com morte do cão Orelha: "Quem é o animal aí?"
Apresentadora revelou ter assinado petição para punir os agressores
Publicado em 27/01/2026 às 12:25,
atualizado em 27/01/2026 às 12:41
Ana Maria Braga se emocionou e também demonstrou revolta com a morte do cachorro Orelha, vítima de agressões que o levaram à morte em Santa Catarina. A apresentadora tratou do caso no início do Mais Você nesta terça-feira (27) e revelou que assinou a petição que pede a punição dos agressores – um grupo de adolescentes.
"Acho que todo mundo que viu essa notícia, independentemente de gostar de animal ou não gostar, estão sentidas sobre tamanha crueldade que se viu. Covardia absurda o que fizeram com o Orelha", iniciou Ana Maria Braga.
Ela também disse: “A gente fica sem palavras e com o coração muito triste. A pergunta que ficou foi a seguinte: quem é o animal aí? Onde é que está o animal nessa nossa conversa?".
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A apresentadora frisou o fato de o crime ter sido cometido por adolescentes. “A gente acredita ter uma juventude tão IA, desenvolvida, letrada, tecnologicamente inteligente com relação às coisas… Inclusive para um estado como Santa Catarina, que é considerado um dos estados com melhor índice de educação do Brasil.”
O Louro Mané endossou o pedido do abaixo-assinado: “A gente espera que o Ministério Público de Santa Catarina tome as providências cabíveis e necessárias neste caso”.
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Ao mostrar a comoção do caso, Ana Maria acrescentou: “Esses jovens, sabe o que serão amanhã? Serão aqueles que vão agredir, que vão assediar. Eu diria que eles são cidadãos desprezíveis e perigosos. Eles têm que entender que a vida não é assim, e que isso não pode ficar impune.”
Entenda o caso do cão Orelha, morto em SC

Orelha tinha cerca de 10 anos e vivia nas ruas, sob cuidados da comunidade de Praia Brava, em Florianópolis. Por conta dos ferimentos, o animal precisou ser sacrificado.
A Polícia Civil identificou ao menos quatro adolescentes suspeitos de participação nas agressões – dois deles estão nos Estados Unidos. Por serem menores de 18 anos, não tiveram os nomes divulgados. Além disso, um advogado e dois empresários, parentes dos jovens, foram indiciados por coação de uma testemunha.