As lesões mais comuns entre jogadores de tênis e como cuidar da recuperação
Muitas lesões entre tenistas amadores aparecem quando a intensidade da partida é maior do que aquela à qual o corpo está acostumado; saiba como prevenir e recuperar
Publicado em 15/09/2026 às 02:00
O tênis parece simples para quem observa uma partida de fora. Mas basta entrar em quadra para perceber o quanto o esporte exige do corpo. Arrancadas curtas, freadas, mudanças repentinas de direção e movimentos repetidos com a raquete fazem parte praticamente de todos os pontos. Para quem joga por lazer e não tem a mesma preparação física de um profissional, esse esforço pode cobrar seu preço.
O problema não está necessariamente em praticar o esporte. Muitas lesões entre amadores aparecem quando a intensidade da partida é maior do que aquela à qual o corpo está acostumado. Há ainda quem jogue apenas uma ou duas vezes por semana e queira manter o mesmo ritmo de alguém que treina diariamente. Ombros, cotovelos, joelhos, panturrilhas e tornozelos estão entre as regiões que mais sentem.
Cotovelo de tenista não tem esse nome por acaso
Uma das lesões mais associadas ao esporte é a epicondilite lateral, popularmente conhecida como "cotovelo de tenista". Ela está relacionada à sobrecarga dos tendões na região do cotovelo e pode surgir depois da repetição constante de movimentos com o braço e o punho.
Para o jogador amador, alguns fatores podem aumentar essa sobrecarga. Técnica inadequada, excesso de partidas em pouco tempo e até equipamentos que não estejam bem ajustados às características do praticante podem contribuir. A dor geralmente aparece na parte externa do cotovelo e pode incomodar até fora da quadra, em movimentos simples do cotidiano.
O ombro também trabalha durante toda a partida
Saque, smash, forehand, backhand. Embora cada golpe tenha uma mecânica diferente, o ombro participa constantemente do jogo. Quando há repetição excessiva ou falta de preparo da musculatura, a região pode ficar dolorida.
O primeiro sinal nem sempre é uma dor forte. Pode começar como um incômodo depois da partida ou uma dificuldade maior para levantar o braço. Ignorar o problema e continuar jogando na mesma intensidade tende a aumentar a sobrecarga.
Joelhos sofrem com arrancadas e freadas
No tênis, o jogador dificilmente corre apenas para a frente. Ele acelera, freia, muda de direção e se desloca lateralmente o tempo inteiro. Os joelhos acabam absorvendo boa parte desse esforço.
Uma partida mais longa pode deixar a região dolorida mesmo em quem não sofreu uma lesão específica. Para pessoas que já apresentam algum problema no joelho, porém, a repetição desses movimentos pode fazer um desconforto antigo voltar a incomodar.
É justamente aí que o jogador precisa saber diferenciar o cansaço normal de uma dor que merece investigação. Inchaço, instabilidade, dificuldade para apoiar a perna ou dor persistente não devem ser ignorados.
Tornozelos estão vulneráveis nas mudanças de direção
Uma bola mais aberta obriga o jogador a correr. Segundos depois, ele precisa parar e voltar para o outro lado da quadra. Nesse movimento, um apoio errado pode provocar uma torção.
As entorses de tornozelo estão entre os problemas que podem afastar o tenista amador das quadras. Dependendo da intensidade, surgem inchaço, dor e dificuldade para caminhar. Quando isso acontece, é importante avaliar a lesão antes de pensar em voltar ao jogo.
Panturrilhas e outros músculos também sentem o esforço
Há ainda as dores e distensões musculares. Panturrilhas e coxas são bastante exigidas durante uma partida, principalmente nas arrancadas. Quem começa a jogar sem aquecimento, está há algum tempo parado ou aumenta a intensidade rapidamente pode sentir uma fisgada no meio de um ponto.
Nem sempre chega a existir uma lesão. Às vezes, o que aparece depois é aquela sensação de musculatura pesada e dolorida. Ainda assim, é um recado de que o corpo precisa se recuperar antes de ser submetido novamente ao mesmo esforço.
Crioterapia em Orlando
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A recuperação é uma parte do esporte que o jogador amador nem sempre leva tão a sério quanto deveria. É comum terminar uma partida no domingo e, na segunda-feira, simplesmente voltar à rotina esperando que as dores desapareçam sozinhas.
Em Orlando, a Cryo Wellness oferece crioterapia localizada com CO2 como uma opção complementar para esse período. Diferentemente de tratamentos que envolvem o corpo inteiro, a aplicação é direcionada à região que está sobrecarregada, como joelho, ombro, cotovelo ou panturrilha.
Cada área recebe cerca de cinco minutos de aplicação. Segundo a Cryo Wellness, o procedimento pode ajudar a aliviar a dor localizada, reduzir a inflamação e a rigidez, além de estimular o fluxo sanguíneo e a oxigenação dos tecidos.
Para quem joga tênis por lazer, a ideia não é utilizar a técnica para esconder uma lesão e voltar imediatamente à quadra. Uma dor forte, persistente ou acompanhada de inchaço e limitação de movimento precisa ser investigada por um profissional de saúde. A crioterapia entra como um recurso para auxiliar na recuperação quando sua utilização for adequada.
A Cryo Wellness realiza as aplicações em sua clínica em Orlando, mas também oferece atendimento móvel. O serviço pode ser feito em hotéis, casas e apartamentos, algo que facilita a rotina tanto de moradores quanto de visitantes que aproveitam uma temporada na Flórida para jogar.
No fim, talvez a principal diferença entre o profissional e o chamado atleta de fim de semana não esteja apenas na quantidade de horas passadas em quadra. Quem joga por prazer também precisa reservar tempo para descansar e se recuperar. Afinal, cuidar do corpo depois da partida é uma das maneiras de conseguir estar bem para a próxima.
Onde fica a Cryo Wellness em Orlando?
A Cryo Wellness fica na 3120 S Kirkman Rd, em Orlando, nos Estados Unidos, funcionando de segunda a sexta, das 8h às 18h.
O site da clínica é cryowellnessorlando.com, o Instagram da Cryo Wellness é @cryo.wellness e o telefone de contato para dúvidas e agendamentos é (407) 486-8558.