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Zizi Martins: A voz ativista que inspira a Bahia e o Brasil


Zizi Martins
Zizi Martins
Por Redação NT

Publicado em 21/11/2025 às 14:00,
atualizado em 21/11/2025 às 14:52

Ela é conhecida como “força da natureza” pela equipe que liderou quando geriu a área de educação corporativa da Procuradoria Geral do Estado da Bahia e tornou essa escola de governo num emblema para a advocacia pública nacional, tanto que mereceu até registro no livro coordenado pelo Prof. Fernando Coelho da USP para a Fundação Conrad Adhenauer. Neste período, também presidiu o Fórum Nacional dos Centros de Estudos e Escolas das PGEs e PGDF, quando, além de ter criado e coordenado o Encontro Nordeste de Advocacia Pública, realizou o feito inédito até então de reunir todas as Procuradorias Gerais de Estado, Advocacia da União e Escola Nacional de Administração Pública num evento para tratar de mediação no setor público em 2018.

Está há 32 anos no serviço público, 28 anos dos quais como procuradora do estado da Bahia, tempo em que colaborou com várias políticas públicas, não apenas assessorando juridicamente o gestor, mas colocando a “mão na massa”, como na criação do premiado Núcleo de Orquestras Juvenis do Estado da Bahia(NEOJIBÁ) e do único museu Rodin fora da França. Também representou o Estado em missão no Reino Unido para apresentar o plano de concessões ao ecossistema de infraestrutura britânico.

Tem um forte apelo acadêmico. Foi professora de direito constitucional, administrativo e gestão pública, em função de sua experiência e também formação como especialista(em direito administrativo e gestão pública) e mestre em direito público. Em número de artigos apresentados ao Congresso Nacional de Procuradores, já passa de 20(vinte), sempre abordando temas inéditos e de interesse da gestão estadual, indo desde agências reguladoras até gestão por competências no serviço público.

Ama aprender e aprofundar conhecimento em áreas afins. É master coach e analista comportamental(SLAC). Fez vários cursos fora do Brasil em universidades renomadas(Oxford, Harvard, London School of Economics, Autónoma de Madri, Sevilha).

É também consultora de liderança e gestão pública, com trabalhos nos estados do Amazonas, Tocantins, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Paraná. No seu doutorado em educação, elaborou uma pesquisa qualitativa de fôlego em que mostrou métodos e metologias testados para desenvolver líderes no setor público, encarando como a Kennedy School da Harvard University faz isso com maestria.

Alzemeri Martins, mais conhecida como Zizi Martins, além do seu amor pela gestão pública, também tem outra paixão desde a infância: a política. Foi a carreira número 1 do seu teste vocacional, seguida com Comunicação e Direito. E é a sua fé cristã que a move para este campo. Atua há mais de 10 anos como ativista da causa do homeschooling, tendo sido mãe educadora de seus filhos na primeira infância. Há menos tempo, mas com a mesma paixão, resolveu encarar a defesa do Estado de Direito no país, sendo uma das fundadoras da associação Lexum e uma das diretoras.

Mas foi sua especial preocupação com a liberdade religiosa no Brasil e no mundo que a levou para, em nome do Instituto Brasileiro de Direito e Religião, a fazer a defesa, em audiência no Ministério Público da Bahia, do direito de Cláudia Leitte exercer sua fé cristã ao trocar a letra da música “Caranguejo”, o que provocou comoção do auditório e vaias, a ponto de instar o vereador Cezar Leite, presente no momento, a propor uma lei contra a cristofobia à Câmara Municipal de Salvador, projeto aprovado e que se encontra para sanção do prefeito da cidade.

Chegou a ser cogitada para vice do candidato ao governo João Roma(PL) em 2022, em função do seu perfil técnico-político, currículo acadêmico e experiência profissional, mas questões partidárias(estava no extinto PTB) impediram seu lançamento à política naquele tempo.

Nas redes sociais e no comentário político em programas de rádio e de youtube, seu trabalho sempre mescla uma análise direta das notícias políticas com conhecimento interdisciplinar. Seus artigos na Gazeta do Povo e outros veículos abordam o tema da liberdade sob vários aspectos e conversam com direito, gestão, sociologia e até teologia.
Atualmente, encontra-se filiada ao partido Novo, por identificação ao ideário liberal clássico e ao conservadorismo que ressurgiu como bandeira no Brasil desde 2013, mas também não descarta outras siglas partidárias de mesma linha, acaso o diretório baiano não reflita o espírito dos diretórios como os do Ceará, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

A cogitação de uma candidatura ao senado está na pauta, como um lançamento que leve em consideração a necessidade de uma mulher conservadora, preparada e com atitude para um Estado que é governado há quase 20 anos pela esquerda e precisa de alternativas consistentes para, não apenas defender o Ocidente das ameaças deletérias à sua preservação como civilização, mas também para propor normas e políticas públicas que efetivem os direitos naturais, que hoje se encontram fortemente ameaçados.

 


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