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A nova era do entretenimento: como séries e filmes viram produtos exóticos

O objetivo não é apenas vender um produto, mas oferecer algo concreto para tocar, sentir e manter a conexão com a obra que você ama


Casal assistindo televisão
Casal assistindo televisão
Por Redação NT

Publicado em 29/08/2025 às 02:00,
atualizado em 29/08/2025 às 13:33

Sabe aquela série que a gente termina de ver, mas a história parece se recusar a ir embora da nossa cabeça? Se isso acontece com você, significa que os produtores fizeram um bom trabalho. Afinal, eles buscam formas criativas de prolongar a vida de suas obras e levar a emoção dos filmes e séries para além da sala de casa.

O objetivo? Transformar cada série, novela ou filme em uma iniciativa rentável. E, para isso, vale explorar cada oportunidade, até aquelas mais incomuns. Quer ver alguns exemplos?

A febre dos colecionáveis: o design único que atrai

Um dos maiores exemplos recentes de como aproveitar uma franquia para gerar receita foi o balde de pipoca de Duna: Parte 2. Como divulgado pela Revista Casa e Jardim, o item virou meme nas redes sociais e se transformou em fenômeno de vendas. Mas o sucesso não foi por acaso: o design era tão marcante que se tornou objeto de desejo para fãs e curiosos que queriam entrar na brincadeira.

Era para ser apenas um simples produto, mas acabou virando algo especial, associado diretamente ao filme. E, claro, um objeto muito procurado que ajudou a ampliar a receita da produção.

Colecionáveis, jogos e o que mais vier

Quando nos ligamos de verdade a um filme, série ou programa de TV, é natural buscar objetos ou experiências que prolonguem essa conexão. É isso que torna tão interessante explorar oportunidades únicas.

Um exemplo foi a promoção do McDonald’s para o filme F1, noticiada pelo Diário do Nordeste. A rede oferecia um carrinho de corrida personalizado para quem comprasse um combo especial. A ação acertou em cheio os fãs de velocidade, que adoram colecionar miniaturas.

Esse entendimento do que o fã deseja é essencial na hora de criar esse tipo de oportunidade, especialmente quando falamos de programas de TV.

Veja o caso do Quem Quer Ser Milionário?, quadro exibido no Domingão com Huck todo domingo. É inevitável que quem assiste tente responder às perguntas e se imagine participando.

Por isso, faz sentido que os responsáveis pelo formato tenham lançado slots temáticos e jogos em cassino online, como PlayUZU. Desenvolvidos em parceria com a BigTimeGaming, esses títulos usam a marca do game show para oferecer uma experiência interativa e envolvente para o público.

Quem assiste, agora, quer fazer parte também

Esses exemplos mostram que a indústria do entretenimento aprendeu uma lição importante: o público não quer apenas assistir a uma história, mas também fazer parte dela. Por trás de um balde de pipoca viral ou de um brinde colecionável existe uma estratégia poderosa. O objetivo não é apenas vender um produto, mas oferecer algo concreto para tocar, sentir e manter a conexão com a obra que você ama.

Essa forma de pensar o marketing prova que o entretenimento se tornou mais interativo. Agora, a experiência não termina quando sobem os créditos ou quando o último episódio vai ao ar. Ela continua por muito tempo, fortalecendo a relação entre a obra e o espectador.

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