Letícia Colin prevê "cenas ousadas" como protagonista de Quem Ama Cuida, próxima das 21h
Atriz vive Adriana na substituta de Três Graças, que vai misturar amor e vingança
Publicado em 16/04/2026 às 15:45
Letícia Colin dá vida a Adriana, protagonista de Quem Ama Cuida, próxima novela das 21h, que estreia em maio na Globo, substituindo Três Graças. A personagem principal se envolve em uma história que mistura amor e vingança. A trama é criada e escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto, com direção artística de Amora Mautner.
“Estou com muita sede de trabalhar e de me desafiar também fazendo cenas ousadas, que misturem muitos sentimentos, que entreguem para o público um naturalismo contundente, já que a gente está falando de uma personagem que vive uma tragédia", conta Leticia Colin, em material divulgado pela Globo à imprensa nesta quinta-feira (16).
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Após uma grande enchente que devasta São Paulo, Adriana perde o marido Carlos (Jesuíta Barbosa), a casa e o trabalho. Ela conhece Pedro (Chay Suede) em um abrigo improvisado. Ele é um advogado idealista que atua como voluntário no local e se impressiona com a força da moça, enquanto ela encontra nele um gesto de acolhimento em meio à tragédia.

Adriana é neta de Otoniel (Tony Ramos), o pilar moral da casa, defensor intransigente da dignidade e da justiça. A mãe da heroína é Elisa (Isabela Garcia), que enfrenta fragilidades de saúde, enquanto Maurício, conhecido como Mau Mau (João Victor Gonçalves), o irmão mais novo, ainda busca seu caminho, protegido pela presença firme da irmã.
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Mais adiante na trama, Adriana vai trabalhar na casa do milionário Arthur Brandão (Antonio Fagundes), que vem a ser padrinho de Pedro. Para se proteger da ambição dos irmãos Pilar (Isabel Teixeira) e Ulisses (Alexandre Borges), o ricaço propõe um casamento de conveniência à jovem fisioterapeuta.
Na noite da cerimônia, com a presença de amigos e familiares, Arthur é assassinado, e Adriana, última pessoa a estar com ele e herdeira de seus bens, torna-se a principal suspeita. A jovem é condenada a 12 anos de prisão e enfrenta mais violências e injustiças. Ao deixar a prisão, seis anos depois, em liberdade condicional, ela busca justiça.