Dark Horse

Patrocínio do Master e mais: 5 polêmicas que filme de Bolsonaro encara antes de estrear

Bomba deixou o longa entre os assuntos mais comentados da última semana


Jim Caviezel como Jair Bolsonaro em Dark Horse, sorrindo, olhando para a câmera, sentado
Jim Caviezel como Jair Bolsonaro em Dark Horse - Divulgação

Nos últimos dias, Dark Horse, filme que contará a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ficou entre os assuntos mais comentados das redes sociais. Isso porque um áudio revelado pelo Intercept Brasil mostrou que o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o projeto, feito nos EUA.

O controlador do Banco Master está preso e, de acordo com a publicação, chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção da obra, entre fevereiro e maio de 2025. O dinheiro teria sido transferido para um fundo nos Estados Unidos de um aliado de outro filho do ex-chefe do governo, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL).

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Essa, no entanto, não é a única polêmica que envolve o longa. Informações da Ancine fornecidas ao g1 afirmam que a produtora GOUP Entertainment, responsável por Dark Horse, ainda não solicitou à Agência Nacional de Cinema que a história seja exibida nos cinemas brasileiros.

A estreia do filme segue sendo um mistério. Jim Caviezel, ator norte-americano que interpreta Bolsonaro, havia dito que o lançamento nos EUA está previsto para 11 de setembro de 2026. Já o Deadline, site especializado em cinema, divulgou recentemente que ainda não há uma data prevista, "ao contrário de algumas especulações online".

Confira outras três polêmicas envolvendo filme sobre Jair Bolsonaro:

1 - Cena vazada foi criticada

Com as informações de que Dark Horse teria recebido um patrocínio milionário, internautas resgataram uma cena do filme que vazou nas redes sociais. A sequência simula o momento em que Jair Bolsonaro, então candidato à presidência, foi atingido por uma facada, em setembro de 2018.

Usuários do X detonaram a atuação de Jim Caviezel, considerada exagerada, e a caracterização do artista. "Não acredito que esse ator se prestou a esse papel véi, um ator com uma carreira brilhante", exclamou um twitteiro. "Se eu fosse o Vorcaro, pediria o dinheiro de volta", provocou outro. "É o Casseta & Planeta que tá produzindo? Porque essa peruca…", debochou mais um.

2 - Nome do filme gerou dúvidas

Desde que divulgaram que o filme sobre a trajetória de Jair Bolsonaro se chamaria Dark Horse, muita gente lotou as redes sociais de perguntas, pois não entendeu a ligação entre a expressão e o ex-presidente. O longa ainda não tem título em português, mas o nome original pode ser traduzido para "azarão".

Especulações apostam que esse título foi escolhido para simbolizar um competidor com poucas chances de vitória e que acaba surpreendendo, o que combina com as sinopses já conhecidas.

"Queria genuinamente entender por que o filme se chama Dark Horse", admitiu Mary, no X. "Por que cacetes o nome do filme é Dark Horse?", questionou Tatu.

3 - Protagonista não fala de política

Um dos protagonistas de Dark Horse e intérprete de Flávio Bolsonaro, o ator Marcus Ornellas avisou em entrevista ao NaTelinha que não se manifesta quando o assunto é política. Famoso pelas novelas mexicanas, o galã se explicou:

“Sou uma pessoa que não tem uma posição política, nem no México nem no Brasil. No México eu não tinha uma posição política porque eu não podia votar, porque eu estava aqui como residente. Eu tinha residência, mas não era mexicano. Já sou mexicano agora, eu já posso votar, mas eu não gosto de falar de política”.

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