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Espancado

Victor Meyniel critica Fantástico em caso de homofobia: "Meu maior arrependimento"

Ator apontou sensacionalismo em reportagem sobre a violência que sofreu em 2023


Victor Meyniel
Victor Meyniel sobre reportagem do Fantástico: "Se há um crime, acho que não pode ter sensacionalismo" - Foto: Reprodução/YouTube
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Victor Meyniel criticou a reportagem feita pelo Fantástico sobre a agressão que sofreu setembro de 2023. Em entrevista, o ator e influenciador digital afirmou que seu maior arrependimento foi ter dado um depoimento ao jornalístico da Globo depois de ser espancado pelo estudante de medicina Yuri de Moura Alexandre.

“Meu maior arrependimento foi ter ido pro Fantástico”, afirmou Victor Meyniel no podcast Out Of The System, no YouTube. Ele explicou: “Espetacularização. Foi-se o tempo. Não gosto disso. Achei sensacionalismo demais. Se há um crime, acho que não pode ter sensacionalismo”.

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Meyniel afirmou que não esperava essa abordagem do programa da Globo. “Quando eu via a reportagem, eu via: 'Subiu no apartamento...', como se fosse uma história. Como uma peça! E eu não tô ali fazendo uma peça. Foi o meu rosto!”, enfatizou.

Na entrevista recente, frisou ainda que teve uma rede de apoio e recebeu a solidariedade de várias pessoas na época da violência, mas ponderou: “Depois, quem fica sozinha é a vítima. O mundo vai embora e esquece, você não. Mas você perdoa. Além do outro, você se perdoa”.

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Relembre o caso

Há três anos, Victor Meyniel e Yuri de Moura Alexandre se conheceram em uma casa noturna e foram juntos para o apartamento do estudante. Segundo a denúncia, o comportamento do agressor mudou drasticamente após a chegada da amiga que dividia o imóvel com ele.

A violência física, que incluiu socos sucessivos no rosto da vítima, foi registrada pelas câmeras de segurança da portaria. As imagens também revelaram a omissão do porteiro do edifício, que assistiu ao espancamento sem prestar socorro ou intervir.

Em 2024, Yuri foi condenado por lesão corporal, injúria homofóbica e falsa identidade a 2 anos e 8 meses de detenção no regime semiaberto, permitindo que o réu saia para trabalhar ou estudar durante o dia, mas retorne à unidade prisional para dormir à noite.

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