Junior Lima atualiza estado de saúde da filha após diagnóstico de síndrome renal
"Estamos em um bom caminho", disse o cantor
Publicado em 31/08/2026 às 11:43
Junior Lima e Monica Benini atualizaram o estado de saúde da filha Lara, de quatro anos, diagnosticada com síndrome nefrótica há cerca de um ano. A condição afeta o funcionamento dos rins e provoca a perda excessiva de proteínas pela urina. Segundo o casal, a menina continua em acompanhamento médico e tem apresentado uma evolução positiva.
"Acho que estamos tendo maravilhosos avanços assim. E é isso, entendendo o corpo como um todo", afirmou Monica Benini em entrevista à Quem.
Junior também falou sobre o momento vivido pela família e ressaltou que a síndrome exige acompanhamento constante, já que a resposta ao tratamento pode variar de paciente para paciente.
+ Neymar se pronuncia em polêmica sobre pensão: "Nunca falei isso"
+ Kelly Osbourne revela que adoeceu após morte de Ozzy: "Eu não estava bem"
"Como toda doença que não é tão exata assim, na verdade é uma síndrome, é um dia após o outro. Mas estamos em um bom caminho. Estamos bem, graças a Deus", disse o cantor.
O que é a síndrome nefrótica, que acomete filha de Junior Lima?
A síndrome nefrótica acontece quando os glomérulos, estruturas dos rins responsáveis pela filtragem do sangue, deixam passar uma quantidade excessiva de proteínas para a urina. Uma das principais consequências é a redução da albumina no sangue, o que pode provocar acúmulo de líquidos e inchaço pelo corpo.
Na infância, a síndrome nefrótica é mais frequente entre os dois e os nove anos. Nessa faixa etária, a causa mais comum é a chamada doença de lesões mínimas, que costuma apresentar boa resposta ao tratamento com corticoides.
Quais são os sintomas da síndrome nefrótica?
O edema, nome dado ao inchaço provocado pelo acúmulo de líquidos, costuma ser um dos primeiros sinais. Ele pode aparecer ao redor dos olhos, especialmente pela manhã, e atingir também pernas, braços, abdômen e região genital.
Outro indício é a presença de urina espumosa, provocada pela quantidade elevada de proteínas eliminadas pelo organismo.
O inchaço ao redor dos olhos pode ser confundido inicialmente com uma reação alérgica. Por isso, exames de urina são importantes para identificar a perda anormal de proteínas.
A evolução da síndrome depende da causa e da resposta de cada paciente ao tratamento. Entre as crianças de 2 a 9 anos com doença de lesões mínimas, a forma mais frequente nessa faixa etária, cerca de 80% respondem ao tratamento em três a quatro semanas, com desaparecimento da proteína na urina e redução do inchaço.
Isso não significa, porém, que o problema necessariamente esteja encerrado. Algumas crianças apresentam recidivas, quando a perda de proteínas pela urina retorna depois de um período de melhora. Nesses casos, pode ser necessário retomar o tratamento ou utilizar outros medicamentos.
Diante de sintomas como inchaço persistente, principalmente ao redor dos olhos, ou alterações no aspecto da urina, a orientação é procurar um pediatra ou nefrologista pediátrico. O acompanhamento médico permite avaliar a resposta ao tratamento e identificar possíveis recidivas.
- Adriana Garambone
- Nelson Rubens
- MC Bin Laden
- Zizi Possi
- Leidy Elin
- Lucio Mauro Filho
- Bia Miranda
- Matheus Dias
- Marcelo Crivella
- Karla Sofía Gascón
- Fernanda Gentil
- Drake
- Maria Caporusso
- Isabel Teixeira
- Luís Miranda
- Manuel Boucinhas
- George Sauma
- Suzana Alves
- Paulo Américo
- Zezé Di Camargo
- Ana Beatriz Nogueira
- Lázaro Ramos
- Mônica Carvalho
- Paula Cohen
- Chico Diaz
- Rodrigo Godoy
- Welder Rodrigues
- Denise Fraga
- Paulo Gorgulho
- Marcelo Madureira
- Álvaro
- Nicholas Torres
- Liliana Castro
- Henri Pagnoncelli
- Key Alves
- Xanddy
- Marcius Melhem
- Javier Bardem
- André Martinelli
- João Rebello