Do Globoplay

Gominho comenta repercussão do doc de Preta Gil: "Imagina se soubessem das entranhas"

Apresentador era um dos melhores amigos da cantora


Gominho e Preta Gil com roupas de banho, lado a lado, sorrindo para a câmera
Os amigos Gominho e Preta Gil - Reprodução
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Na tarde desta quinta-feira (23), Gominho comentou a comoção gerada pelo documentário Preta - Eu Não Ando Só, lançado pelo Globoplay na última segunda-feira (20). O apresentador disse que, se o público soubesse dos detalhes mais íntimos, a repercussão teria sido ainda mais arrebatadora.

"Eu fico pensando que, se as pessoas se comoveram com esse doc de horas, imaginem se soubessem das entranhas de 3 anos vividos. Ter entregue todo meu tempo em prol de minha amiga irmã foi a coisa mais profunda, densa e deliciosa das experiências de ser humano", iniciou.

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O artista, que saiu de Salvador, na Bahia, para morar com Preta Gil no Rio de Janeiro enquanto ela estava em tratamento oncológico, completou: "Se dedicar ao outro por puro amor, independente da situação, me trouxe um aprendizado astral e mais gana ainda pela vida e vidas que me cerca! Preta sempre ensina".

O documentário de Preta Gil no Globoplay

Na última segunda-feira (20), dia em que a morte de Preta Gil (1974-2025) completou um ano, o Globoplay lançou o documentário Preta - Eu Não Ando Só. A obra reúne registros que foram feitos a pedido da própria cantora, depois que ela descobriu que estava com câncer no intestino.

Um dos pontos que mais chamou a atenção do público foi a rede de apoio que a famosa encontrou nos amigos, principalmente após sua separação de Rodrigo Godoy. Além de Gominho, participam Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Ana Carolina, e outros artistas.

"O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E ao mesmo tempo ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas", adiantou Sandra Kogut, diretora do filme documental da Globo.

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