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Amiga choca com detalhes sobre últimos momentos de Preta Gil: "Corpo já meio mole"

Jude Paulla esteve com a cantora até o fim


Preta Gil e Jude Paulla posando para foto lado a lado
Preta Gil e Jude Paulla em festa - Reprodução/Redes Sociais
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Jude Paulla, uma das melhores amigas de Preta Gil (1974-2025), reagiu à exibição do documentário Preta - Eu Não Ando Só, que foi transmitido pela Globo na noite de segunda-feira (20). A DJ fez um relato chocante sobre os últimos momentos da cantora.

No X, repercutiu o momento em que a artista recebeu a notícia de que o tratamento experimental contra o câncer ao qual ela estava sendo submetida não deu resultado. "Acho que nada foi tão traumatizante quanto esse dia", reconheceu a influenciadora digital.

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"Eu deixei ela na clínica para a quimio com a Marina, enquanto eu ia arrumar um Airbnb para a gente voltar para NY, como fazíamos toda vez. Era uma semana de tratamento e outra não. A Marina me ligou…", seguiu Jude Paulla, se referindo a Marina Morena.

A DJ explicou que a amiga estava pedindo que ela voltasse para a clínica: "Pedindo que eu fosse correndo direto para a clínica, porque o médico só ia falar com nós duas presentes. Cheguei lá, ela era outra pessoa. Eu fiquei assustada e veio a notícia: ‘Ela vai ter que sair do tratamento. Se puderem, voltem para casa o quanto antes'".

Amiga precisou amparar Preta Gil em trajeto de carro

De acordo com Jude Paulla, naquele momento, elas tiveram que correr contra o tempo para organizar a vinda de Preta Gil para o Brasil. Marina Morena voltou primeiro e ela foi a responsável por acompanhar Preta Gil e Sol de Maria, neta dela, até Nova York.

"A Marina tinha que voltar para o Brasil. Daí começou nossa luta, porque eu tinha que voltar com ela para NY junto com Sol de Maria, um monte de malas, tentando não deixar o motorista assustado. De Washington para NY, de carro, eram quatro ou cinco horas", lembrou.

A DJ, então, contou os detalhes mais chocantes: "E aí ela só conseguia ir na frente do carro, porque atrás estavam eu, Sol de Maria e mil malas. Porém, o corpo dela já estava meio mole. Com medo de ela se machucar, coloquei todo o banco dela para trás, me enfiei no vão do banco da frente e fui segurando ela até NY".

"Ela só abriu o olho e disse: ‘Tá pesado para você, né?’. Eu respondi que não, que era meu sonho ir ali no carro desde criança. Ela riu e dormiu de novo", revelou Jude Paulla.

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