Lilly Martins

Mulher rebate irmão de Virginia e diz que foi coagida: "Tentaram me comprar"

William Pimenta Gusmão foi condenado por importunação sexual


William Pimenta Gusmão e Virginia Fonseca sorrindo e fazendo coração para a câmera
William Pimenta Gusmão e Virginia Fonseca - Reprodução/Instagram
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Nesta sexta-feira (10), Lilly Martins, mulher que acusou William Pimenta Gusmão de importunação sexual, rebateu as declarações dadas pelo empresário. De acordo com a influenciadora digital, que alega ter sido coagida, o irmão de Virginia Fonseca está mentindo.

"Quando a pessoa não consegue mentir para a Justiça, ela vem nas redes sociais e tenta enganar os seguidores. Várias mentiras! É ridículo a pessoa ser condenada e continuar insistindo na própria mentira. Cada depoimento que esse senhor dá, ele simplesmente conta uma versão diferente", iniciou.

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O influencer, cuja denúncia tem relação com uma festa de revoada em Jussara, Goiás, ocorrida em 2023, avisou que vai recorrer na Justiça. Ele nega que tenha colocado a mão dentro da calça da jovem e tocado o seu bumbum após ela pedir fotos com ele.

William acusa Lilly de estar mal-intencionada e usar a namorada, Juliana, para gravá-los no momento em que ela o provocava insultando sua mãe, Margareth Serrão, e sua irmã, Virginia Fonseca. O empresário também perguntou por que a moça não procurou os seguranças da casa noturna no momento da suposta agressão sexual.

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Rebatendo as novas declarações do irmão de Virginia Fonseca, Lilly disse que chegou a confrontá-lo. "Fui para cima dele e falei: 'Quem você acha que é? Só porque é irmão da influenciadora, acha que tem o direito de enfiar a mão na roupa dos outros. Vou te denunciar quando sair daqui'. Eu estava tão desesperada e ele querendo me beijar e vindo para cima de mim", alegou.

"Fui até um segurança, o mesmo que está dando o depoimento. Cheguei gritando e chorando: 'O homem enfiou a mão dentro da minha roupa'. Ele perguntou quem era e eu falei. Aí o próprio segurança disse: 'Vixe, não vai dar em nada, ele é famoso. Mas procura a delegacia na segunda, porque no final de semana está fechada em Jussara e faz uma denúncia'", explicou ela.

A mulher seguiu: "O segurança disse que não podia fazer nada porque estava lá para separar brigas. Chorei. Queria ir embora, mas meu amigo não podia ir embora porque o carro de som dele estava tocando. Mesmo assim fui embora, passei na delegacia, mas estava tudo fechado... Ele falou que eu estava insultando e querendo que ele me batesse. Por que ele não chamou os seguranças. Falta de lógica, né? Só mentira atrás de mentira".

Além de dizer que o ocorrido com William, irmão de Virginia, lhe causou problemas emocionais, a jovem afirmou que tentaram impedir que ela continuasse com a denúncia: "Esse homem me fez muitas coisas. Estou exausta, mas vou até o fim por justiça. Há três anos, eu estava muito vulnerável, aparecia aqui só chorando, mas agora voltei muito mais forte. Saí das cinzas. Mas enfim, foi condenado. Falou que vai recorrer, a gente vai atrás também para ter justiça".

"Me coagiram de todas as formas, tentaram me comprar de todas as formas e tentaram me calar de todas as formas... Passei três anos me tratando com psicólogo e psiquiatra e vivendo em prol da justiça. Não é agora que eu vou ficar calada. A única coisa que me deixou triste nesta situação toda foi a pena dele: apenas um ano de prisão revertida em serviços comunitários. Muito triste. Mas estou feliz por ele ter sido condenado", acrescentou.

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