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Delegado revela em qual prisão Deolane vai ficar e duvida de soltura: "Provas robustas"

Secretário de Segurança Pública de São Paulo opinou sobre possível habeas corpus


Deolane Bezerra de cabelo solto e roupa de alcinha, de óculos escuros, posando séria para foto no espelho
Deolane Bezerra em foto feita na Grécia - Reprodução/Instagram

O delegado Nico Gonçalves revelou que Deolane Bezerra, advogada presa na manhã desta quinta-feira (21) por uma operação que visa desmontar um esquema que estaria ocultando valores provenientes do crime organizado, provavelmente irá para um presídio no interior de São Paulo.

Em conversa com o portal Leo Dias, o secretário de Segurança Pública de São Paulo adiantou que a influenciadora digital deverá ser transferida para uma unidade prisional em Tupã, cidade que fica a aproximadamente 515 km da capital paulista. Lá, ela deve permanecer presa preventivamente.

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Questionado sobre um possível pedido de habeas corpus por parte da defesa de Deolane Bezerra, o delegado afirmou que os advogados da famosa podem enfrentar dificuldades: "Eu acho difícil, porque as provas são muito robustas".

A prisão de Deolane Bezerra

Deolane Bezerra foi alvo, na manhã desta quinta-feira (21), de uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe da facção criminosa e que já está preso, também foi alvo da operação, batizada de Vérnix; a exemplo de pessoas ligadas a ele, como Everton de Souza, o Player, considerado o operador financeiro da organização; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola; Alejandro Camacho, irmão do traficante; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, filho do presidiário.

O MP-SP e a polícia emitiram seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão. De acordo com o g1, o esquema envolve uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau (SP), controlada pela cúpula da facção. A transportadora repassava recursos para outras contas, com o objetivo de dificultar o rastreamento de dinheiro. Duas dessas contas estão em nome de Deolane Bezerra, que ficou na mira das autoridades por conta de um documento encontrado em esgoto.

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