Luto

Morre Luís Franke, ator de Passione e a voz de Palpatine em Star Wars, aos 66 anos

Ele faleceu em Porto Alegre após complicações em cirurgia


Luís Franke
Luís Franke morreu aos 66 anos - Foto: Reprodução

Luís Franke morreu na sexta-feira (3), aos 66 anos, em Porto Alegre. Segundo informações, a morte ocorreu em decorrência de complicações durante uma cirurgia de cateterismo. O artista nasceu em 10 de janeiro de 1960, na capital gaúcha.

Com atuação em diferentes áreas, Franke participou da novela Passione (2010-2011), em papel coadjuvante, e integrou o elenco do filme O Tempo e o Vento (2013), adaptação da obra de Érico Veríssimo. No teatro, esteve ligado por anos ao Natal Luz de Gramado, onde atuava e realizava narrações.

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Na dublagem, trabalhou em animações, games e produções estrangeiras. Entre os trabalhos, esteve a voz do personagem Darth Sidious, também conhecido como Palpatine, em jogos da franquia Star Wars Battlefront. Ao longo da carreira, também participou de curtas, médias e longas-metragens dublados.

O velório ocorreu neste sábado (4), das 9h às 16h, no Angelus Memorial e Crematório, em Porto Alegre.

Homenagens para Luís Franke

A filha, Luísa Franke, escreveu: “É com o coração completamente partido que eu compartilho essa notícia. Tu foi o melhor pai do mundo”.

O diretor Guilherme Suman também comentou a morte do ator. “Quando um amigo se vai, não parte só a história com ele construída, mas todas as outras que não poderão ser escritas. Luís Franke nos deixou hoje! Eu perco mais um querido e generoso artista que acreditou em mim antes de mim mesmo", lamentou.

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"Meu alívio é saber que isso foi dito o suficiente pra não deixar dúvida sobre minha gratidão e alegria em beber de sua fonte! Quando comecei a atuar, foi um dos primeiros em uma produção profissional a me recitar rumos, com uma humildade extravagante, tanto quanto o seu coração que hoje deixou de fluir pra torná-lo saudade e eterno”, continuou.

"Depois, quando eu ensaiava minha primeira direção, ele me ligou. Queria fazer meu filme! Não imaginam a surpresa e privilégio que foi. Bochincho uniu muitas pessoas que até hoje são significativas pra mim. Ele seguramente era uma dessas. Daí veio meu primeiro longa, com toda complexidade e desafios, e Franke era não só um parceiro de cena, mas de fé. Contracenamos várias vezes, e era sempre algo mágico, sua robustez entregava seu tamanho real e de alma grande”, concluiu.

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