Ana Castela presa em elevador: o que fazer em situações assim?
Episódio vivido pela cantora durante cruzeiro expõe riscos e orientações em casos de confinamento
Publicado em 08/01/2026 às 13:20
Ficar preso em um elevador é uma situação que pode ocorrer em diferentes contextos, como prédios residenciais, hotéis ou navios. Na última quarta-feira (7), a cantora Ana Castela relatou ter passado por esse tipo de ocorrência durante um cruzeiro temático, quando o elevador em que estava parou de funcionar com mais de dez pessoas dentro.
O primeiro risco identificado em situações de elevador travado é o aumento da ansiedade coletiva. O confinamento em um espaço reduzido, aliado à presença de muitas pessoas, pode provocar nervosismo, tremores e dificuldade de manter a calma.
No caso relatado pela cantora, uma das pessoas que a acompanhavam apareceu com os olhos fechados e visivelmente tensa, tentando se acalmar enquanto aguardava ajuda.
Outro fator recorrente é a sensação de falta de ar. A concentração de pessoas em um ambiente fechado tende a elevar a temperatura e reduzir o conforto respiratório, o que intensifica a percepção de risco.
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Durante o episódio, os vidros do elevador ficaram embaçados e surgiram comentários como “não respira senão vai acabar o ar do elevador” e “a gente só tem água em volta, não tem um pingo de ar”, frases que demonstram o estresse gerado pela situação.
Diante de ocorrências assim, a principal orientação é manter a calma. Controlar a respiração, falar em tom moderado e evitar gritos ou movimentos bruscos ajuda a reduzir o consumo de oxigênio e a ansiedade do grupo. O pânico coletivo tende a agravar o desconforto físico e emocional, mesmo quando o risco imediato é limitado.
Também é recomendado evitar esforços desnecessários. Bater nas portas, pular ou tentar forçar a abertura do elevador não acelera o resgate e pode aumentar o risco de acidentes. O procedimento adequado é acionar o botão de emergência ou o interfone do equipamento, informar a situação e aguardar as instruções da equipe técnica responsável.
Ana Castela falou sobre manutenção

Durante a espera, medidas simples podem ajudar a melhorar o conforto, como afrouxar roupas apertadas e evitar que muitas pessoas falem ao mesmo tempo. Caso alguém apresente sinais de mal-estar, como tontura ou dificuldade para respirar, a orientação é comunicar imediatamente a equipe de resgate pelo sistema de emergência do elevador.
No caso relatado por Ana Castela, a equipe de manutenção do navio foi acionada e realizou o resgate após alguns minutos. A cantora registrou a saída do elevador com uma selfie e a legenda “Saí”, seguindo em seguida com a programação prevista, incluindo atendimento a fãs e apresentação no palco principal.
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Em elevadores de prédios, hotéis ou navios, os sistemas costumam ser monitorados, o que permite resgates rápidos. A conduta mais segura, conforme ilustrado pelo caso, é aguardar assistência técnica, manter a calma e seguir as orientações fornecidas até a liberação do equipamento.
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