Marcos Pasquim faz planos para a carreira e revela conselho dado à filha
O ator, que está com 56 anos, abriu o jogo sobre o que espera da profissão
Publicado em 15/09/2025 às 18:48
No ar em Dona de Mim como o ambicioso Ricardo, Marcos Pasquim, 56, fez um balanço sobre seus 30 anos de carreira - ele estreou em A Viagem (1994) - e revelou que segue à procura de bons personagens.
"Eu quero sempre um novo personagem. Eu quero sempre fazer mais. Tenho muita coisa pra fazer ainda. Muitos personagens pra vir. Muita coisa pra aprender. Eu amo essa minha profissão porque ela instiga a aprender", disse em entrevista à coluna Play, do jornal O Globo.
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Famoso pelos tipos sem camisa, Marcos Pasquim contou que aceita os anos que tem e descartou a possibilidade de passar por plásticas.
"Não penso em procedimentos estéticos. Minha mãe tem aquela questão da pálpebra caída e eu também tenho. Provavelmente, se a minha cair muito, farei algo para evitar a sombra. Mas quero envelhecer para fazer personagens da minha idade ou um pouco mais jovens, como o Ricardo. Para isso, pintaram o meu cabelo, porque sou grisalho e estava usando assim. É esquisito", comentou o ator.
"Eu prefiro ter o meu cabelo para montar personagens do que ficar dependendo de uma peruca. Acho o cabelo bem importante para compor o rosto", analisou.
Marcos Pasquim fala sobre a filha

No papo, Marcos Pasquim falou sobre a filha, Alicia, de 21 anos, que tem pensado em seguir os passos do pai - a jovem, que é estudante de moda, é fruto da relação do galã com Fabiana Kherlakian.
"Ela quis ser atriz com cinco anos, eu disse que não, achei cedo. Já trabalhei com crianças em Chiquititas e, sei que não posso generalizar, mas criança tem que ser criança. É uma profissão muito difícil, não é bolinho. Depois dos 14, tudo bem. Agora, com 21, ela pode se dedicar à vontade", contou.
Por fim, Pasquim explicou o Burnout que teve anos atrás, quando emendou Chiquititas (1998), Uga Uga (2000), O Quinto dos Infernos (2002) e Kubanacan (2003).
"Foi um burnout, um excesso de trabalho que acho que engatilhou essa agorafobia, um princípio de pânico. Na época, não se falava muito sobre isso. Antes dos remédios, tive uma crise dentro de um avião… foi muito difícil. Fiz Kubanacan medicado. Aí, os anos foram passando e fui desmamando, mas tive que fazer mudanças na minha vida. Por exemplo, eu gostava de montanha-russa, hoje em dia prefiro não. Não quero esse gatilho, mesmo estando curado. Sou atento à questão", explicou.
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