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"Me pego sacando o telefone pra mandar mensagem", diz Carolina Dieckmann sobre Preta Gil

Atriz admitiu que não consegue acreditar que a amiga morreu


Montagem de duas imagens de Carolina Dieckmann posando perto de quadro com foto de Preta Gil
Carolina Dieckmann posando perto de quadro com foto de Preta Gil - Reprodução/Instagram
Por Redação NT

Publicado em 01/09/2025 às 17:38,
atualizado em 01/09/2025 às 17:43

Cerca de um mês e meio após a morte de Preta Gil (1974-2025), Carolina Dieckmann ainda pega o telefone para mandar mensagens para a amiga antes de lembrar do que aconteceu. Nesta segunda-feira (1º), a atriz admitiu que a ficha não caiu e ela não consegue acreditar que a cantora partiu.

"Ontem dei de cara com esse quadro e pedi para Emilie tirar uma foto. Eu sei, a ficha teima em não cair; ainda me pego sacando o telefone pra te mandar uma mensagem vez em quando; ainda me sinto sorrindo só de pensar em você; ainda me vejo tentando acreditar… como assim, você não vai mais voltar???", questionou.

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Ao mostrar fotos que fez na frente de um quadro com a imagem de Preta Gil, a famosa seguiu desabafando: "Mesmo quando é pra chorar, você bota um sorriso na minha cara. Foi tãooooo bom, que a benção de ter te tido vai ser sempre maior do que a dor de ter te perdido. Juro que não vou deixar de agradecer… nunca. Meu amor".

Carolina Dieckmann esteve com Preta Gil em seus últimos dias

Nos últimos dias de vida de Preta Gil, quando ela estava nos Estados Unidos se submetendo a um tratamento experimental contra o câncer e recebeu a notícia de que não havia mais nada a ser feito, Carolina Dieckmann estava junto à cantora. Abalada, a atriz deu algumas entrevistas sobre como foi aquele período.

Em conversa com Andréia Sadi na GloboNews, ela detalhou: "Passei os últimos dia fazendo carinho nela. Foi a gente debruçada sobre ela. Amando profundamente em todos os minutos. Quando eu cheguei lá, a situação já tinha mudado drasticamente, muito rápido. Esses últimos quatro dias foram... Ela foi indo, sabe?".

"A gente queria muito que ela viesse para o Brasil, mas ela estava muito fraquinha. Sem dor, controlada pelos medicamentos e cercada de muito amor, Andreia. Muito amor, muito mesmo", completou Carolina Dieckmann.

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