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Sem riso

Wolf Maya revela que Silvio de Abreu odiava Tatá Werneck e motivo chama a atenção

Diretor contou que novelista não gostava do trabalho de humorista


Wolf Maya falando ao microfone; Silvio de Abreu sentado no sofá
Wolf Maya revela que Silvio de Abreu odiava Tatá Werneck e explica motivo - Foto: Reprodução
Por Redação NT

Publicado em 05/05/2022 às 19:29:00,
atualizado em 05/05/2022 às 20:42:39

O diretor Wolf Maya revelou que Silvio de Abreu não curtia Tatá Werneck, quando o autor estava respondendo pelo setor de dramaturgia da Globo. Em entrevista para Renato Rabelo e Sérgio Mallandro no podcast Papagaio Falante, Maya contou que o novelista não achava graça nas sacadas da atriz e que foi o diretor o responsável por lançá-las nas novelas, já que ela estreou em Amor à Vida (2013), trama dirigida por Wolf.

"Tinha muita gente que pensava diferente [sobre Tatá]. Eu suei, cara, [para emplacá-la]! Na época, não sei quem estava mandando, acho que era o Silvio de Abreu... Ele odiava ela! Não queria a Tatá de jeito nenhum!", disse Maya, que está fora da Globo desde 2016.

"Ele [Silvio] achava ela sem graça. Dizia que era atriz de uma personagem só. Eu falei [para ele]: 'aguarde!' Talvez ela até seja 'uma personagem só', mas ela decupa o personagem dela de acordo com a necessidade dela, de onde ela está agindo, e é genial."

Wolf Maya

Além de Amor à Vida, Wolf Maya voltou a trabalhar com Tatá Werneck em I Love Paraisópolis (2015). Longe das novelas desde Deus Salve o Rei (2018), a humorista virou apresentadora e ganhou um talk show só seu, o Lady Night, do Multishow, com reprises exibidas pela Globo.

Vale lembrar que, embora tenha participado do podcast revelando segredos de ex-colegas, o próprio Wolf Maya gostaria de esconder coisas que acontecem em sua vida. Em março, ele sofreu uma dura perda na Justiça de São Paulo na ação que movia contra o site Google.

Wolf Maya perde ação em que pedia esquecimento de caso de injúria racial na web

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Sobre o caso, o juiz Tom Alexandre Brandão, da 2ª Vara do Foro Central Cível de SP, tornou improcedente o processo judicial de Wolf Maya, que pedia o esquecimento das notícias e páginas no Google, referentes a condenação sofrida por injúria racial cometido pelo artista a um técnico, durante um espetáculo teatral.

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