Auditório com Tiago Leifert, esportivo diário e Ibope: Diretor de esportes do SBT detalha cobertura da Copa
O executivo Tiago Galassi conversou com o NaTelinha e falou sobre o retorno do SBT na Copa do Mundo após 28 anos
Publicado em 07/06/2026 às 08:00
O SBT inicia na próxima quinta-feira (11) a transmissão da Copa do Mundo de 2026 com uma equipe padrão Globo. Entre os nomes estão Tiago Leifert, Mauro Naves, Carol Barcellos e Galvão Bueno. Ao NaTelinha, Tiago Galassi, diretor de esportes da emissora, falou sobre a meta de audiência, desafios e revelou as estratégias para se destacar da concorrência.
“A emissora tem, pela sua história, o DNA do entretenimento. A diversão. Quando a gente traz uma Copa do Mundo, automaticamente vem recheada de muito jornalismo e informação, mas, no SBT, chega com aquele 'tempero'", conta Galassi.
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O SBT retorna à cobertura da Copa do Mundo após 28 anos, em parceria com a N Sports. Entre as novidades para enfrentar a concorrência da Globo e da Cazé TV, nos jogos da Seleção Brasileira, a emissora terá um programa de auditório comandado por Tiago Leifert, explorando o DNA do canal.
“Será um pré-jogo com a cara do SBT: leve, divertido e com auditório. Uma verdadeira arquibancada”.
Tiago Galassi, diretor de esportes do SBT sobre o programa de Tiago Leifert
Questionado se havia algum receio de Galvão Bueno não participar da Copa do Mundo de 2026 devido à cirurgia realizada no fim de maio, Tiago Galassi foi direto: “Mesmo com todos esses contratempos que ele passou nas últimas semanas, não existe pessoa mais determinada e empolgada do que ele para essa Copa”.
E completou: “A sua força para estar presente nos Estados Unidos é impressionante. E isso nos dá muita confiança de que tudo sairá conforme o planejado”.
Confira a entrevista de Tiago Galassi, diretor de esporte do SBT, na íntegra
Qual foi a principal estratégia do SBT para se diferenciar na cobertura da Copa em relação às concorrentes?
Tiago Galassi - O SBT tem, como característica, sua capacidade de conversar de forma leve e fácil como povo brasileiro. É uma televisão querida por todos. Popular. Pra todo mundo. O futebol também é isso. Uma mistura de paixão, diversão e emoção. Aproximação. Isso o SBT sabe fazer como ninguém.
Teremos uma cobertura completa, com muita informação, mas do jeito que o povo brasileiro gosta de acompanhar. Sempre leve e próxima do público.
Qual é a maior aposta da emissora para aproximar os torcedores mais jovens das transmissões do SBT?
Tiago Galassi - A emissora tem, pela sua história, o DNA do entretenimento. A diversão. Quando a gente traz uma Copa do Mundo, automaticamente vem recheada de muito jornalismo e informação, mas, no SBT, chega com aquele “tempero” que só ele consegue colocar. E o público jovem quer isso.
Quer curtir uma Copa com seus amigos, engajar com os acontecimentos a todo momento, rir e se emocionar ao mesmo tempo. Teremos todos os ingredientes que o público jovem busca para se divertir, sem perder nenhum conteúdo relevante.
Como serão os programas de pré-jogo da Copa no SBT e quanto tempo antes das partidas eles vão começar?
Tiago Galassi - Antes de cada partida que transmitiremos, teremos todas as notícias sobre o que já aconteceu no dia e, claro, as últimas informações da nossa Seleção. Estamos com uma das maiores equipes de reportagem da Copa acompanhando de perto o Brasil. Estaremos no ar horas antes do pontapé inicial, seja com programas especializados ou com a cobertura do jornalismo desde as primeiras horas do dia.
Nos dias de jogos do Brasil, teremos um programa especial, o Torcida SBT, apresentado por Tiago Leifert, que, além de nosso narrador, vive o futebol intensamente e é um dos maiores talentos da televisão brasileira na criação de conteúdo.
Será um pré-jogo com a cara do SBT: leve, divertido e com auditório. Uma verdadeira arquibancada. E a noite, teremos o Balanço da Copa, um programa para fechar o dia do Mundial de forma leve, descontraída e com muito alto astral, reunindo os principais acontecimentos do torneio.

Existe alguma meta de audiência estabelecida para cobertura da Copa?
Tiago Galassi - O SBT está voltando com uma Copa do Mundo depois de 28 anos, mas com uma bagagem esportiva já consolidada. Temos grandes resultados desde a Libertadores, passando pela Copa América, pela Champions League e pela Sul-Americana. Não colocamos meta.
Eu acredito que a audiência será o resultado dessa mistura que pretendemos fazer: experiência, informação e descontração. Uma Copa do Mundo que o Brasil quer ver. Com esse jeito SBT, de falar com o povo brasileiro apaixonado pelo nosso futebol. Tenho certeza de que alcançaremos isso e a audiência será um resultado natural.
Galvão Bueno passou recentemente por uma cirurgia; houve algum receio de que ele não pudesse participar da cobertura da Copa?
Tiago Galassi - Desde o começo do projeto com a N Sports, sempre tivemos um lema: Não existe Copa sem Galvão. Ter com a gente o maior narrador da história desse país é motivo de muito orgulho e satisfação para o Esporte do SBT e para a emissora como um todo.
E mesmo com todos esses contratempos que ele passou nas últimas semanas, não existe pessoa mais determinada e empolgada do que ele para essa Copa. A sua força para estar presente nos Estados Unidos é impressionante.
E isso nos dá muita confiança de que tudo sairá conforme o planejado. Quem sabe, coroando esse momento tão histórico entre Galvão Bueno e SBT, no dia 19 de julho gritando “É HEXA!”

Quais foram os maiores desafios logísticos enfrentados pelo SBT para realizar a cobertura do torneio?
Tiago Galassi - É uma Copa diferente. A maior de todos os tempos. Se nos dias de hoje fazer uma cobertura esportiva em um único local já é bastante desafiador pelas questões de custo, logística e estrutura, você consegue imaginar o esforço necessário para replicar tudo isso em três países.
Não é fácil. Mas o SBT se preparou muito para cobrir todas as principais partidas com uma equipe extremamente experiente, distribuída estrategicamente para garantir agilidade, informação e presença nos principais acontecimentos do torneio.
Como o SBT trabalhou a questão da diversidade e da representatividade na equipe de transmissão?
Tiago Galassi - A formação da equipe seguiu uma premissa que já faz parte da cultura do SBT e também da N Sports: reunir profissionais de diferentes perfis, trajetórias e experiências, sempre com foco em talento e excelência.
Essa pluralidade está presente não apenas no nosso elenco de esportes, mas em toda a programação da emissora. Entendemos que diferentes vozes e perspectivas enriquecem a transmissão e ajudam a construir uma cobertura mais conectada com o público brasileiro.
Na visão de Tiago Galassi, qual é o papel do SBT na democratização do acesso dos brasileiros à Copa?
Tiago Galassi - O futebol tem a capacidade de unir as pessoas. A Copa do Mundo é um evento único em que amantes do futebol e os não tão entusiastas assim vivem um momento de diversão em família e entre amigos.
Levar gratuitamente a Copa do Mundo para milhões de brasileiros por meio da TV aberta e do streaming no +SBT é parte importante dessa missão.
O domingo foi eternizado por Silvio Santos como aquele momento em que as pessoas se sentam em frente à TV, juntas, e têm um dia especial, divertido. O SBT sempre teve esse papel. E será isso que tentaremos fazer durante os 39 dias de Copa.