Nova TV aberta

TV Digital 3.0 decreta o fim do zapping e transforma o hábito na TV aberta

DTV+ estreia em 2026 com imagem superior e interatividade


Tela dos aplicativos da nova TV digital
Tela dos testes da nova TV Digital - Foto: Reprodução

A forma como o telespectador brasileiro assiste às principais emissoras, como Globo, Record, SBT, Band e RedeTV!, está prestes a passar por uma transformação profunda a partir de 2026. É quando chega às capitais do país a TV 3.0, também conhecida como DTV+. Com essa nova tecnologia, a tradicional numeração dos canais de TV aberta será extinta.

Ao ligar a televisão, a tela inicial exibirá uma interface de aplicativos com os ícones das emissoras, e o usuário escolherá diretamente qual canal deseja assistir. Isso marca o fim do famoso “zapping”, aquele hábito de trocar de canal usando o controle remoto em busca de algo interessante.

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Nos bastidores, essa transformação é considerada a maior revolução na forma de assistir televisão aberta desde que ela chegou ao Brasil, em 1950.

A TV Digital 3.0 traz uma série de benefícios que vão muito além da estética. A qualidade de imagem e som será superior, com transmissões em 4K e áudio imersivo. A interatividade também ganha espaço, permitindo acesso a conteúdos extras, participação em votações ao vivo e integração com redes sociais.

Outro avanço importante é a personalização: os usuários receberão sugestões de programas com base em seus interesses e hábitos de consumo.

Globo lidera movimento na DTV+

A Globo tem liderado os avanços rumo à TV Digital 3.0 no Brasil. Em 2025, inaugurou a primeira estação privada de testes no Pico do Sumaré, no Rio de Janeiro, onde realiza transmissões experimentais em 4K HDR, áudio imersivo e interatividade.

TV Digital 3.0 decreta o fim do zapping e transforma o hábito na TV aberta

A emissora também firmou parcerias com fabricantes como Samsung, LG e Intel para desenvolver aparelhos compatíveis com a nova tecnologia. Além disso, a Globo está integrando funcionalidades digitais à TV aberta, como login de usuário, publicidade segmentada e conteúdo personalizado.

Por enquanto, as duas formas de assistir, o modelo tradicional e a TV 3.0, vão coexistir. A transição só será completa quando todas as emissoras estiverem prontas para operar com a nova tecnologia. Um decreto oficial que define os prazos e regras da implementação deve ser publicado ainda neste mês.

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