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Justiça determina reconstituição do crime em atentado contra Ana Hickmann

Apresentadora sofreu tentativa de assassinato de um fã obsessivo


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Divulgação/RecordTV
O processo que apura a tentativa de assassinato sofrida por Ana Hickmann em um hotel de Belo Horizonte, em maio do ano passado, acaba de ganhar um novo capítulo.
 
A Justiça de Minas Gerais determinou a realização de reconstituição do crime.
 
Na ocasião, o cunhado da apresentadora, Gustavo Corrêa, matou Rodrigo Augusto de Pádua na tentativa de livrar Ana Hickmann do fã obsessivo.
 
Em julho de 2016, Gustavo foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por homícidio doloso, quando há intenção de matar, pela morte de Rodrigo.
 
A denúncia é o oposto do que a Polícia Cívil apontou em investigação. No dia 20 de junho, o delegado Flávio Grossi pediu o arquivamento do inquérito, alegando que o cunhado de Ana Hickmann teria agido em legítima defesa ao atirar três vezes contra o fã, o acertando na nunca após uma luta corporal.
 
Já em 7 de julho, o promotor Francisco de Assis Santiago argumentou à Justiça que Corrêa agia em legítima defesa, mas excedeu essa condição e praticou homício doloso. A principal prova dessa alegação é que o rapaz morreu com três tiros na nuca.
 
O pedido para a realização da reconstituição do crime foi feito pela defesa de Ana Hickmann e aceito pela juíza Analin Aziz Sant'ana, apesar da Promotoria ser contra.
 
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